- O Conselho Superior do Ministério Público de São Paulo rejeitou o recurso do Corinthians, mantendo aberto o inquérito civil sobre intervenção judicial.
- A investigação foi aberta em dezembro de 2025 e ficou paralisada após o recurso da diretoria, que teve efeito suspensivo.
- Em fevereiro, o Conselho determinou que os promotores atestassem a regularidade da distribuição interna do caso, e o processo retornou à análise.
- Nesta terça-feira, 19, foi autorizada a tramitação definitiva; os promotores Luiz Ambra e André Pascoal poderão iniciar diligências, com documentos enviados por Cássio Conserino.
- Caso haja elementos suficientes, o Ministério Público poderá propor ação civil pública solicitando intervenção, cuja decisão final caberá ao Poder Judiciário.
O Conselho Superior do Ministério Público de São Paulo rejeitou o recurso apresentado pelo Corinthians, mantendo o inquérito civil sobre possível intervenção judicial em andamento. O processo, instaurado em dezembro de 2025, ficou paralisado por um período após a defesa do clube pedir efeito suspensivo.
Após a determinação do MP em fevereiro para que os promotores confirmassem a regularidade da distribuição interna do caso, o andamento foi retomado. Nesta terça-feira, 19, houve autorização final para que o inquérito avance, abrindo caminho para diligências.
Agora, os promotores Luiz Ambra e André Pascoal estão aptos a iniciar as apurações, já com documentos encaminhados pelo promotor Cássio Conserino, responsável por outras apurações envolvendo o clube e que havia solicitado a abertura do inquérito civil. Durante a suspensão, sócios do Corinthians buscaram a Justiça para intervenção imediata, mas o MP contestou a liminar, defendendo que o clube fosse ouvido.
Se houver indícios suficientes, o Ministério Público poderá propor uma ação civil pública solicitando a intervenção. A decisão final caberá ao Poder Judiciário, que avaliará se a intervenção será aplicada.
Próximos passos
- Diligências devem ser realizadas pelos promotores para detalhar elementos da investigação.
- O mp continuará acompanhando o andamento e eventual apresentação de proposta de intervenção.
- O Corinthians permanece sujeito ao andamento do inquérito, que define a continuidade de medidas judiciais futuras.
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