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Seleção não vence Copa sem Palmeiras e São Paulo ausentes na lista de Ancelotti

Brasil quebra tabu: apenas um jogador de Palmeiras ou São Paulo integrou a pré-convocação de 55 nomes para a Copa sob Ancelotti

São-paulino Rogério Ceni e palmeirense Marcos, foram goleiros na Copa de 2002.
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  • O Brasil precisa vencer com um treinador de outra nacionalidade pela primeira vez, já que Carlo Ancelotti é italiano.
  • Apenas um atleta dos clubes aparece na pré-convocação de 55 nomes, Andreas Pereira, mas não entrou nos 26 que vão ao Mundial.
  • Em todas as cinco campanhas vencedoras, houve ao menos um atleta de Palmeiras ou São Paulo na seleção; a convocação atual não repete essa condição.
  • Em seis Copas, houve representantes de ambos os clubes, mas o Brasil não ficou com o título nessas edições (1950, 1954, 1966, 1974, 1978 e 1986).
  • Históricos exemplos de participação dos dois times nas equipes campeãs incluem 1958 (quatro representantes), 1970 (três), 1994 (seis) e 2002 (seis), com nomes como Marcos, Rogério Ceni, Kaká, entre outros.

O Brasil precisa vencer dois tabus para conquistar a Copa do Mundo com Carlo Ancelotti no comando. A seleção nunca foi campeã sob um treinador de outra nacionalidade, como o italiano à beira do Mundial. Além disso, nas cinco taças históricas havia pelo menos um atleta de Palmeiras ou São Paulo na delegação, o que não ocorreu nesta convocação.

Entre os 55 nomes da pré-convocação, apenas um jogador pode representar um dos dois clubes: o meia palmeirense Andreas Pereira. Ele integrou a lista inicial, mas não chegou ao grupo final de 26 atletas que vão ao Mundial.

A ausência de representantes de Palmeiras e São Paulo na lista final contrasta com o histórico das equipes na seleção. Em 1958, 1954 e 1966 houve jogadores de ambos os clubes; já em 1970, 1994 e 2002 o equilíbrio permaneceu, com maiores números para o Palmeiras na soma de atletas convocados.

Histórico de representantes de Palmeiras e São Paulo

  • 1958: quatro representantes. Palmeiras cedeu Mazzola; São Paulo, Dino Sani, De Sordi e Mauro.
  • 1962: (sem dados relevantes no texto base).
  • 1966: três representantes, com maioria palmeirense (Djalma Santos, Zequinha, Vavá) e São Paulo com Bellini e Jurandir.
  • 1970: três representantes; Palmeiras teve Leão e Baldocchi; São Paulo, Gérson.
  • 1994: seis representantes; São Paulo com Zetti, Cafu e Leonardo; Muller; Palmeiras com Mazinho e Zinho.
  • 2002: seis representantes; Palmeiras com Marcos; São Paulo com Rogério Ceni, Belletti e Kaká.

A convocação atual, porém, não repete esse padrão, mantendo o Palmeiras e o São Paulo ausentes entre os pré-convocados. A preparação segue com foco na formação do grupo final e no desempenho em fases decisivas do torneio.

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