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Noite escandalosa entre Boca e Cruzeiro ganha destaque na imprensa argentina

Boca Juniors x Cruzeiro termina em 1 a 1; imprensa argentina classifica a partida como noite escandalosa, com críticas à arbitragem e ao VAR

Partida entre Boca Juniors e Cruzeiro terminou empatada por 1 a 1
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  • Boca Juniors e Cruzeiro ficaram no 1 a 1, pela fase de grupos da Libertadores, na Bombonera.
  • A arbitragem, comandada por Jesús Valenzuela, foi alvo de protestos por ter anulado o segundo gol do Boca e não ter marcado pênalti após toque de mão de Lucas Romero.
  • A imprensa argentina classificou a noite como escandalosa, citando a atuação do juiz e o resultado que prejudicou o Boca.
  • O Olé questionou também o desempenho do VAR, apontando que não houve imagem clara para sustentar o toque de mão de Milton Delgado que validou o gol anulado de Merentiel.
  • O episódio alimentou dúvidas sobre a revisão do VAR e sua consistência nas decisões importantes da partida.

A partida entre Boca Juniors e Cruzeiro terminou empatada em 1 a 1, em La Bombonera, pela fase de grupos da Libertadores. O resultado gerou protestos contra a arbitragem, com críticas ao árbitro Jesús Valenzuela. A terna venezuelana manteve o empate sem alterações.

Torcedores acusam a anulação de um segundo gol do Boca e a não marcação de um pênalti a favor do time da casa. A imprensa argentina descreveu a noite como marcada por decisões contestadas e polêmicas que impactaram o rendimento do Boca no torneio.

Questionamentos também recaem sobre a atuação do VAR, com imagens consideradas pouco claras para sustentar decisões decisivas. A narrativa local aponta falhas na revisão que poderiam ter alterado o desfecho da partida.

Controvérsias e VAR

O lance final do jogo envolve um possível pênalti não marcado para o Boca após toque de mão, segundo reportagens locais. A narrativa destaca resistência do árbitro a revisões de vídeo em momentos-chave.

Outra linha de apuração aponta que a anulação do gol de Merentiel ocorreu por toque de mão de Delgado, com imagens tidas como insuficientes para sustentar a decisão. A cobertura cita a dificuldade de evidência no material do VAR.

A imprensa ressalta que as controvérsias não se resumem a um lance isolado, mas a uma sequência de situações que elevou a tensão entre torcedores e a equipe rubro-negra. O Boca permanece com chances ainda na fase de grupos.

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