- Cleisson, ex-meia que atuou pelo Atlético-MG e Cruzeiro, surgiu no futebol amador de Belo Horizonte e foi artilheiro da Copa do Brasil de 1993 pelo Cruzeiro.
- Ao longo da carreira, atuou em várias posições ofensivas, passou por Belenenses, conquistou títulos, e ficou conhecido pela versatilidade e personalidade forte.
- Em 1997 mudou para o Flamengo, onde virou volante, ganhou o Carioca e a Taça Guanabara em 1999, mas teve rejeição da torcida e depois seguiu para Grêmio e Atlético-MG.
- No Atlético-MG, entre 2000 e 2003, foi peça-chave no meio-campo, com episódios polêmicos, incluindo o incidente em que cuspiu em Adílson Batista durante a Libertadores de 2000.
- A partir de 2009, encerrou a carreira no Fortaleza, onde ajudou no tricampeonato Cearense; hoje atua como treinador e em projetos esportivos, mantendo atuação regional no Nordeste e em Minas Gerais.
Cleisson, ex-meia que passou por Cruzeiro, Flamengo, Atlético-MG e Fortaleza, vive hoje uma nova fase no futebol fora das quatro linhas. A trajetória ganhou força após a aposentadoria, mantendo contato com o esporte por meio de treinamentos e projetos voltados a jovens atletas.
Nascido em Belo Horizonte, despontou no futebol amador pelo Santa Tereza e estourou no Cruzeiro, sendo artilheiro da Copa do Brasil de 1993. Sua carreira alternou momentos de brilho e polêmicas, com passagens por equipes nacionais e estrangeiras.
Hoje, Cleisson atua como treinador e profissional de projetos esportivos, com atuação regional no Nordeste e em Minas Gerais. Mantém presença em clínicas e iniciativas para o desenvolvimento de jovens garotos e atletas.
Formação no futebol mineiro e ascensão no Cruzeiro
Cleisson iniciou no futebol amador de Belo Horizonte, defendendo o Santa Tereza. O desempenho chamou a atenção do Cruzeiro, que o levou para as categorias de base no início dos anos 1990. Subiu aos profissionais em 1992.
Na campanha de 1993, foi artilheiro do Cruzeiro na Copa do Brasil, com seis gols, e ajudou o clube a conquistar o título. Entre idas ao exterior, destacou-se pela versatilidade ofensiva e pela disposição física.
A passagem conturbada pelo Flamengo e o começo da consolidação
Em 1997, transferiu-se para o Flamengo, onde se firmou como volante. O período teve desgastes internos e rejeição da torcida, segundo relatos da época. Mesmo assim, conquistou o Carioca e a Taça Guanabara de 1999.
A partir de 1999, mudou-se para o Grêmio e, em seguida, para o Atlético-MG, marcando presença em diversas competições nacionais. A fase no Flamengo ficou marcada pela disputa que acompanhou sua saída.
Atlético-MG, Adílson Batista e fases de alto impacto
Entre 2000 e 2003, consolidou-se no Atlético-MG como meio-campista de marcação firme. Ficou conhecido pela intensidade em campo e pela personalidade explosiva.
O episódio mais lembrado ocorreu na Libertadores de 2000, em duelo contra o Corinthians, quando cuspiu no zagueiro Adílson Batista. O incidente ganhou ampla repercussão na época, impactando a imagem do jogador.
Ao todo, foram três anos com o Galo, fortalecendo sua carreira no futebol mineiro e abrindo portas para novas oportunidades.
Percurso após o Galo e o capítulo final no Fortaleza
Após o Atlético, Cleisson passou por diversos clubes em rápida sequência, como Brasiliense, Sport Recife, Náutico, Portuguesa, Santa Cruz, Caxias, Ceará, América de Natal e Pogon Szczecin, na Polônia, em 2005.
O auge recente ocorreu no Fortaleza, em 2009, quando integrou o elenco que disputou o Cearense. Contribuiu com gols e ajudou na conquista do tricampeonato estadual. Aposentou-se em julho de 2009, com 13 partidas e quatro gols pelo clube.
Hoje: atuação como treinador e projetos esportivos
Em 2012, Cleisson foi anunciado como treinador do Guarany de Sobral. A passagem foi breve, mas sinalizou a transição para funções técnicas. Hoje, trabalha em projetos esportivos com foco em desenvolvimento de jovens atletas.
Mantém presença na cena regional, principalmente no Nordeste e em Minas Gerais, com participação em eventos, clínicas e atividades de formação. O ex-jogador permanece ligado ao futebol brasileiro, sem abandonar o convívio com o esporte.
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