- Maurício Barbieri afirmou que a escolha de Ancelotti para usar zagueiro na lateral foi por falta de opções ideais, não por buscar uma tendência tática.
- Wesley foi recuado ao setor ofensivo na Roma; no Brasil, a ideia era manter uma linha defensiva estável na Copa do Mundo.
- Éder Militão era a primeira opção para a lateral-direita, mas estava lesionado.
- Danilo e Ibañez foram testados como laterais, sem terem atuado nessa função em 2026 antes das convocações.
- O treinador italiano já havia usado zagueiros improvisados em outras seleções campeãs, como Pavard pela França em 2018 e Höwedes pela Alemanha em 2014.
Na época de ajustes táticos, Carlo Ancelotti escalou um zagueiro na lateral-direita para a Copa do Mundo, e a opção foi apresentada como solução de campeãs mundiais. A escolha ocorreu em meio a um cenário de improviso na defesa.
Wesley foi deslocado para o setor ofensivo na Itália, por ter mais vocação ofensiva, enquanto Militão estava lesionado. Danilo e Ibañez chegaram como alternativas que ainda não atuaram como laterais em 2026.
A necessidade de equilíbrio levou o treinador italiano a testar Ibañez na nova função. O zagueiro brasileiro com passagem pela seleção ganhou espaço na pauta de treinamentos anteriores aos amistosos.
Entre os fatores, surge o alerta de que a movimentação do lateral improvisado pode afetar o desempenho defensivo. A equipe busca manter solidez na primeira linha para enfrentar adversários de alto nível.
Outros nomes já foram testados, mas não obtiveram confirmação para o elenco final. Vanderson, de Londres, ficou fora por lesão, enquanto Vitinho e Paulo Henrique tiveram oportunidades, sem consolidar vaga.
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