- Arnaldo Ribeiro, no UOL News Esporte (Canal UOL), avalia que Abel Ferreira no Palmeiras pode viver o último ano no cargo se a temporada não trouxer resultados relevantes.
- O comentarista aponta que o clube investiu alto e tem elenco com mais condições do que em outros momentos, mas os títulos importantes diminuíram nos últimos dois anos.
- Segundo ele, a pressão também vem do peso histórico e da possibilidade de ruptura partir tanto do treinador quanto da diretoria, algo comum em ciclos longos no futebol.
- Ribeiro enfatiza que Abel é, ainda, técnico pouco experiente para o tamanho do Palmeiras, vivendo ascensão rápida e desgaste de um relacionamento prolongado.
- O analista projeta que o desfecho pode depender do desempenho em 2026; se não houver resultados relevantes com o elenco e o investimento, pode haver ruptura, seja pela saída dele ou da diretoria, e comenta que a parada da Copa pode trazer uma trégua.
O comentarista Arnaldo Ribeiro avaliou em UOL News Esporte, do Canal UOL, que o trabalho de Abel Ferreira no Palmeiras pode ter o seu último ciclo caso a equipe não obtenha resultados relevantes nesta temporada. O diagnóstico aponta desgaste diante do investimento e do elenco valorizado pelo clube.
Segundo Ribeiro, a tensão aumenta porque o Palmeiras investiu bastante e tem um elenco com mais condições do que em momentos anteriores, mas os títulos importantes diminuíram nos últimos dois anos. A análise também traz uma comparação com treinadores de ciclos longos em grandes clubes.
O comentarista destacou que Abel é um técnico ainda pouco experiente para o tamanho do Palmeiras, vivenciando uma ascensão rápida ao tempo em que sofre com o desgaste de um relacionamento longo. A soma de fatores é apresentada como potencial gatilho para uma ruptura.
Para Arnaldo, o desfecho pode depender do desempenho da equipe em 2026, especialmente diante do investimento realizado. Não há definição sobre quem poderia fazer a mudança, mas o cenário é visto como possível.
O que também foi comentado é a expectativa de uma eventual trégua durante a parada da Copa, priorizando a reorganização do ambiente. Entre os clubes brasileiros, o Palmeiras seria o que mais clama por esse intervalo para ajustes.
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