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- Leila Pereira, presidente do Palmeiras, apresentou uma queixa-crime por difamação contra um torcedor identificado como autor de pichações no Allianz Parque, após a derrota por quatro a zero para o Novorizontino no Campeonato Paulista, em vinte de janeiro, na primeira fase.
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- Entre as frases pintadas estavam: “Leila, seu negócio é roubar”, “Abel, acabou a magia?”, “time sem vergonha” e “SPAlmeiras”; os réus foram detidos na época.
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- O Palmeiras registrou boletim de ocorrência e abriu inquérito com imagens de câmeras de segurança; um homem, Murylo Mikael Santos, confirmou a autoria da frase direcionada à presidente.
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- Na ação, a defesa sustenta que a pichação imputou fato gravemente ofensivo à reputação da querelante, ferindo sua honra objetiva e subjetiva, configurando difamação conforme o Código Penal.
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- Em paralelo, o Palmeiras enfrenta pressão na temporada: na Libertadores, perdeu por um a zero para o Cerro Porteño em casa, caiu na liderança do Grupo F e corre risco de não avançar; o clube soma oito pontos, enquanto o Cerro Porteño tem dez.
Leila Pereira moveu uma queixa-crime por difamação contra um torcedor do Palmeiras, identificado como autor de pichações no Allianz Parque. O episódio aconteceu após a derrota por 4 a 0 para o Grêmio Novorizontino, durante a primeira fase do Campeonato Paulista, no dia 20 de janeiro. As pichações surgiram nos muros da bilheteria do estádio.
De acordo com o registro policial, o Palmeiras abriu boletim de ocorrência e instaurou um inquérito com imagens de câmeras de segurança usadas como prova. Um homem, identificado como Murylo Mikael Santos, confirmou a autoria das frases direcionadas à presidente Leila Pereira, conforme apurado pelo Ministério Público e pela imprensa regional.
A peça processual sustenta que o torcedor atribuiu à mandatária um fato ofensivo à reputação, extrapolando o limite da crítica esportiva. O texto aponta que a frase Leila, seu negócio é roubar atingiu a honra objetiva e subjetiva da requerente, caracterizando difamação.
O documento técnico-legal reforça que a expressão associou Leila Pereira ao roubo como meio de vida, o que, segundo a queixa, configura crime previsto no Código Penal. Ao final, a defesa solicita a condenação com base no artigo 139, com as majorantes do artigo 141, incisos III e IV.
Situação do Palmeiras
No momento, o caso ocorre em meio à pressão sobre a diretoria palmeirense. Nesta quarta-feira, o time enfrentou o Cerro Porteño no Allianz Parque e foi derrotado por 1 a 0, mantendo-se com oito pontos no Grupo F da Libertadores. O Cerro Porteño assumiu a liderança com 10 pontos.
Com o resultado, o Palmeiras corre risco de não avançar às oitavas de final. O Sporting Cristal tem seis pontos após vencer o Junior de Barranquilla, já eliminado, consolidando a terceira posição da chave.
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