- Lulinha, ex-jogador das bases do Corinthians, é atualmente capitão do Madura United, na Indonésia, onde atua há cerca de dez anos.
- Pelo Madura United, soma mais de 110 jogos, 36 gols e 12 assistências.
- No passado, recusou a proposta do Manchester United para ficar no Corinthians, por amor ao clube que o projetou.
- Passou por clubes no Brasil e fora, incluindo Estoril Praia e Olhanense em Portugal, além de passagem pelo Bahia e outras equipes nacionais.
- Hoje, aos 36 anos, trabalha para a carreira de treinador, já em licença A da CBF, com curso teórico online e prática prevista em Teresópolis.
O menino de 50 milhões brilhou no Corinthians na base, mas traçou um caminho atípico que o levou a tornar-se ídolo da Indonésia. Lulinha, hoje capitão do Madura United, completa uma década fora do Brasil e mira a carreira de treinador, mantendo o vínculo com o clube que o projetou.
O meia chegou ao profissional do Corinthians ainda adolescente, com destaque na base e especulações de europeus. Em 2007, aos 16 anos, já atuava pela equipe principal, mas a pressão e as cobranças pesaram. A chegada da Série B em 2008 marcou o início de uma trajetória instável.
Naquele período, Lulinha recusou propostas de Chelsea e Manchester United para permanecer no Corinthians, movido pelo carinho ao clube. Mesmo com interesse de gigantes, o jogador preferiu seguir no Brasil e consolidar a carreira em outras equipes, até se lançar ao exterior.
Consolidação na Ásia
Em 2017, houve a transferência para o Pohang Steelers, na Coreia do Sul, abrindo caminho para a atuação na Ásia. No Madura United, há dez anos, ele soma mais de 100 jogos, 30 gols e tornou-se referência no badge local, além de participar de dérbis lotados e receber apoio massivo da torcida.
Além da relação com o clube indonésio, Lulinha desenvolve a licença de treinador, já com a formação parte teórica concluída e estágio programado. O capitão do Madura United aponta planos futuros alinhados com a carreira técnica.
Números de Lulinha pelo Madura United:
- 110 jogos
- 36 gols
- 12 assistências
O atacante ressalta que as decisões ao longo da carreira foram guiadas pela oportunidade financeira, pela estabilidade familiar e pela possibilidade de projeção pós-atividade. Hoje, aos 36 anos, ele projeta o próximo passo no futebol como treinador.
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