- Mayke Maciel, amigo de infância, relembra o início de Matheus Cunha nas quadras do Cabo Branco, em João Pessoa, destacando o talento desde a base.
- A convocação para a Copa do Mundo de 2026 o coloca como uma das opções ofensivas da Seleção aos 26 anos.
- Mazureik Maciel, pai de Mayke e primeiro treinador de Matheus no futsal, lembra que o atacante já se mostrava diferente desde cedo.
- Cunha construiu a carreira na Europa: Sion, RB Leipzig, Hertha Berlim, Atlético de Madrid e Wolverhampton, antes de chegar ao Manchester United.
- Entre as lembranças de infância, Mayke comenta que Matheus era flamenguista na juventude, fato que rende piadas, mas ele costuma manter discrição sobre preferências.
Matheus Cunha foi convocado para a Copa do Mundo de 2026, notícia que provocou comemoração na Paraíba. Entre familiares, treinadores e amigos, a expectativa é de orgulho por ver o atacante nascer em João Pessoa alcançar o torneio mundial.
Mayke Maciel, amigo de infância de Cunha, relembra os primeiros passos do jogador nas quadras do Clube Cabo Branco. Os dois dividiram treinamentos e competições nas categorias de base, onde Cunha já mostrava o talento que o levaria à carreira europeia.
Segundo Mayke, Cunha sempre se destacou entre os colegas pela qualidade técnica e pela dedicação. A vivência compartilhada na formação no Cabo Branco é citada como impulso para a trajetória que resultou no futebol europeu e, agora, na presença na seleção brasileira.
Mazureik Maciel, pai de Mayke e primeiro treinador de Cunha no futsal, também relembra o início. O técnico afirma que o atacante apresentava finalizações precisas, visão de jogo e decisão em partidas, características que já apontavam o futuro promissor.
Entre as lembranças, Mayke conta ainda uma paixão de infância pelo Flamengo. Os amigos viajavam para acompanhar jogos do clube, e Cunha acabou recebendo uma bronca dos pais durante uma dessas excursões, o que hoje vira piada entre eles.
Matheus Cunha iniciou no futsal de Cabo Branco e depois migru para o futebol de campo. Revelado pelo Coritiba, ele construiu a carreira no exterior com passes por Sion, RB Leipzig, Hertha Berlim, Atlético de Madrid e Wolverhampton, antes de chegar ao Manchester United.
A passagem pelo futebol inglês abriu espaço para sua consolidação na Seleção Brasileira e, aos 26 anos, ele se firmou como uma das referências ofensivas. A convocação para o Mundial marca a continuidade de uma trajetória iniciada nas quadras de João Pessoa.
Ao longo da carreira europeia, Cunha manteve vínculos com o estado da Paraíba e com a comunidade que o acompanhou desde os tempos de base. Agora, ele entra no histórico de o segundo jogador revelado pelo futsal do Cabo Branco a disputar uma Copa do Mundo.
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