- Especialistas dizem que jogar com medo aumenta o risco de lesões por maior tensão muscular e mudança no desempenho.
- Palmeiras, líder do Brasileirão, encara o Flamengo neste sábado, no Rio de Janeiro.
- A Copa do Mundo começa daqui a cerca de vinte dias, e jogadores dos dois times já pensam na preparação.
- Palmeiras tem pelo menos oito atletas cotados para defender seleções sul-americanas; o Flamengo convoca quatro para o Brasil, com outros cinco na expectativa.
- A estratégia indicada é jogar uma partida de cada vez, mantendo o foco no presente para não comprometer o futuro.
O Palmeiras, líder do Brasileirão, enfrenta o Flamengo, segundo colocado, neste sábado no Rio de Janeiro. A partida ocorre perto da Copa do Mundo, com muitos atletas já pensando no Mundial que começa em breve. Especialistas destacam que o medo pode aumentar o risco de lesões.
Estudos apontam que o excesso de preocupação muda o comportamento em campo, elevando a tensão muscular, o desgaste e a queda de potência. O resultado pode ser mais lentidão, falhas na visão periférica e dificuldade de concentração durante o jogo.
A pauta envolve também a agenda de seleções. O Palmeiras tem ao menos oito atletas cotados para defender países sul-americanos na Copa, enquanto o Flamengo soma quatro convocações confirmadas pela seleção brasileira.
Risco de lesões e pressões da Copa
Segundo o ortopedista Marcos Cortelazo, a cadência de partidas sem períodos adequados de recuperação aumenta a fadiga e as chances de lesão. Ele ressalta a influência do estresse na performance física e na tomada de decisão em campo.
Para Abel Ferreira, técnico do Palmeiras, a responsabilidade é compartilhada, mas o calendário, as viagens e as convocações interligam-se, elevando a tensão antes de jogos decisivos. A equipe busca manter o foco no presente.
O Flamengo, sob comando de Leonardo Jardim, também enfrenta fatores de pressão, com jogadores em vias de serem chamados para as seleções nacionais. Técnicos lembram que a gestão de carga é crucial para evitar lesões em jogos-chave.
O panorama indica que, na condição atual, a estratégia preferida é jogar um jogo de cada vez. O objetivo é manter o elenco em boa forma para as fases decisivas, sem comprometer a participação no Mundial.
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