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Messi se une a Cristiano Ronaldo entre bilionários do futebol

Messi passa a integrar o grupo de bilionários do futebol, com salário no Inter Miami, investimentos e participação acionária no clube

Messi acena para torcedores após vitória do Inter Miami sobre o Portland Timbers pela MLS, no Nu Stadium, em Miami
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  • Messi, aos 38 anos, passou a integrar o grupo de bilionários do futebol, com patrimônio líquido acima de US$ 1 bilhão, segundo o Bloomberg Billionaires Index, impulsionado pelo Inter Miami, investimentos imobiliários e participação em rede de restaurantes.
  • O jogador acumulou mais de US$ 700 milhões em salários e bônus desde 2007, conforme análise da Bloomberg.
  • O ranking coloca Messi ao lado de Cristiano Ronaldo, que se tornou o primeiro bilionário do futebol após assinar com o Al‑Nassr, em 2023.
  • O Inter Miami contribuiu para o patamar de Messi, com valorização da equipe em mais de 20% no último ano, para cerca de US$ 1,45 bilhão.
  • Entre os ganhos adicionais, há a possibilidade de participação societária no clube e a discussão de um acordo com a Apple para compartilhar receitas de assinaturas do MLS Season Pass, ainda não verificado pela Bloomberg.

Lionel Messi alcançou a marca de bilionário, segundo o Bloomberg Billionaires Index, tornando-se um dos atletas com patrimônio acima de US$ 1 bilhão. O argentino acumula salários, bônus, investimentos e patrocínios desde 2007, chegando a esse patamar após carreira vitoriosa no futebol.

A ascensão ocorre em meio a ganhos fora dos gramados. O retorno financeiro envolve o salário no Inter Miami, acordos de TV, investimentos imobiliários e participação em uma rede de restaurantes na Argentina. Esses elementos contribuíram para o crescimento patrimonial do craque.

Messi, hoje com 38 anos, figura ao lado de Cristiano Ronaldo, que se tornou o primeiro bilionário do futebol após assinar com o Al-Nassr em 2023. Ronaldo já era conhecido por forte atuação de marketing e contratos de alto valor na Arábia Saudita.

Contexto financeiro e trajetória

  • O Inter Miami, clube da MLS, é apontado como motor do aumento de valor de Messi, com valorização da equipe acima de US$ 1,45 bilhão em 12 meses até fevereiro.
  • A presença de Messi também abriu possibilidades de remuneração adicionais, incluindo um esquema de participação societária no clube.

Detalhes contratuais e interesses paralelos

  • A negociação com o Inter Miami envolveu um acordo de participação societária que poderia permitir a compra de uma fatia do clube, ao lado de Beckham.
  • Além do salário, a Apple discutiu um sistema de compartilhamento de receitas ligado ao MLS Season Pass, segundo reportagens do The Athletic.

Perspectiva histórica e comparação

  • Ao longo da carreira, Messi recusou propostas financeiras recordes de clubes da Arábia Saudita, mantendo foco em projetos que equilibrassem retorno esportivo e financeiro.
  • O histórico de patrocínios, investimentos e gestão familiar tem sido determinante para a consolidação de seu patrimônio além do rendimento esportivo.

Fluxo de renda e cenário global

  • Além de salários, Messi investe em imóveis e participa de negócios de restaurantes na Argentina.
  • A trajetória de Ronaldo, com contratos saudosos no Oriente Médio, contrasta com a escolha de Messi por mercados diferentes e acordos de longo prazo fora dos estágios tradicionais.

Observações finais sobre o momento

  • As informações sobre o valor exato de participação e ganhos da Apple não foram verificados de forma independente pela Bloomberg.
  • As tentativas de contato com a equipe de Messi não obtiveram resposta até a publicação.

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