- O Pérolas Negras nasceu em 2004, quando a Viva Rio levou o esporte como cidadania ao Haiti; hoje atua no Rio de Janeiro.
- O time, formado principalmente por refugiados haitianos, compete na Série A2 do Campeonato Carioca e nas competições de base da Federação de Futebol do Rio de Janeiro (FERJ).
- Danley Jean Jacques, ex-jogador do Pérolas Negras, hoje atua no Philadelphia Union, nos Estados Unidos; ele passou pelo Don Bosco no Haiti após sair do clube brasileiro.
- O técnico João Medina destaca que o projeto revelou talentos de alto nível e que a Copinha de 2016 e 2017 reuniu atletas haitianos formados no clube.
- A partida Brasil versus Haiti está marcada para 19 de junho, às 21h30, na Filadélfia.
O Pérolas Negras, projeto iniciado em 2004 pela ONG Viva Rio com apoio das Forças Armadas brasileiras, nasceu para usar o futebol como ferramenta de cidadania. Surgiu após o retorno de refugiados haitianos ao Brasil, que ganharam espaço no desenvolvimento do clube no Rio de Janeiro.
O time, formado majoritariamente por jovens haitianos, chegou à Série A2 do Campeonato Carioca e participa das categorias de base da FERJ. Em 2016 abriu sede no Rio e disputou a Copinha de 2016 e 2017, apresentando atletas de alta relevância para o cenário local.
Danley Jean Jacques, que atuou como meia no Pérolas Negras, foi destaque no período da Copinha e hoje atua no Philadelphia Union, nos Estados Unidos. O treinador atual, João Medina, relembra a participação de Danley e o papel do clube na formação de jogadores com potencial internacional.
Medina ressalta que a ideia desde o início era desenvolver talentos para que saíssem do Pérolas Negras e avançassem na carreira futebolística, inclusive no futebol haitiano. O time de 2017 reuniu atletas formados no Haiti com jogadores da seleção sub-17 haitiana, revelando potencial de nível mundial.
Partida entre Brasil e Haiti
A partida entre Brasil e Haiti está marcada para 19 de junho, sexta-feira, às 21h30, em Filadélfia, nos Estados Unidos. O jogo ocorre no contexto de caravanas de atletas formados no Pérolas Negras, que buscam oportunidades internacionais e fortalecem a presença de jogadores haitianos no futebol brasileiro.
Entre na conversa da comunidade