- Natixis rodou cem mil simulações com um modelo inspirado em Dixon-Coles para projetar as probabilidades de vitória na Copa do Mundo de 2026; França aparece como favorita, com 26% de chance, seguida pela Espanha, com 25%.
- O top cinco inclui Argentina, com 13,6%; Portugal, com 12,4%; e Brasil, com 9,3%; Inglaterra, com 5,2%; e Colômbia, com 2,6%.
- Segundo o modelo, o Brasil tem 100% de chance de chegar à segunda fase, 83,6% às oitavas, 69% às quartas, 43,5% às semifinais e 21,3% à final.
- O estudo aponta efeitos econômicos limitados sobre as economias dos países-sede, México e Estados Unidos.
- Para o México, o impacto seria entre 0,1% e 0,2% do PIB em 2026; para os Estados Unidos, cerca de US$ 17 bilhões de ganho no PIB, correspondente a aproximadamente 0,05 ponto percentuais, em um contexto de demanda turística mais fraca.
A Natixis, banco francês controlado pelo BPCE, divulgou um modelo que simulou 100 mil cenários para projetar as probabilidades de vitória na Copa do Mundo de 2026. Segundo o estudo, a França aparece como favorita com 26% de chance, seguida pela Espanha, com 25%. A Argentina aparece em terceiro, com 13,6%.
O relatório aponta ainda Portugal com 12,4% e o Brasil com 9,3% de probabilidade de levantar a taça. Inglaterra tem 5,2% e Colômbia 2,6%. O Brasil é visto como favorito para avançar a cada fase, com 100% de chance na fase de grupos, 83,6% nas oitavas e 21,3% na final.
Metodologia do modelo
O estudo utiliza um modelo inspirado no Dixon-Coles, com distribuições bivariadas para placares e simulações de Monte Carlo que repetem as regras oficiais da FIFA. O objetivo é estimar probabilidades com base no desempenho ofensivo e defensivo das equipes.
Impacto econômico esperado
Em relação aos países sede, México e Estados Unidos, o efeito econômico é considerado positivo, porém moderado. O México, com 13 partidas, teria ganho de 0,1% a 0,2% do PIB em 2026. Nos EUA, a projeção aponta ganho próximo de 0,05 ponto percentual do PIB, com efeito limitado frente a fatores de demanda.
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