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Ex-presidente pode ser expulso de gigante do Brasileirão

Ex-presidente do Corinthians pode ser expulso após parecer de ética que aponta uso indevido de cartão corporativo, com irregularidade estimada em até R$ 480 mil

Andrés Sanchez comemora atuação do Corinthians diante do Internacional
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  • Ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, será julgado pelo Conselho Deliberativo nesta segunda-feira, no Parque São Jorge, com possibilidade de expulsão.
  • Processo aponta uso indevido do cartão corporativo do clube para despesas pessoais entre agosto de 2018 e fevereiro de 2021, totalizando 480 mil reais.
  • Relatório assinado por Leonardo Pantaleão recomenda expulsão, e a votação será aberta e nominal.
  • Andrés afirma que parte das despesas era ligada a atividades institucionais e que houve ressarcimentos; Ministério Público também apresentou denúncias na Justiça.
  • Além dele, Duílio Monteiro Alves virou réu por apropriação indébita; Augusto Melo teve investigação arquivada por ausência de indícios.

O ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, será julgado pelo Conselho Deliberativo do clube, nesta segunda-feira, 25, no Parque São Jorge. A sessão pode resultar em expulsão do associado. A avaliação envolve o uso indevido do cartão corporativo para despesas pessoais entre 2018 e 2020.

O relatório do presidente em exercício, Leonardo Pantaleão, recomenda a expulsão. A decisão será tomada por votação aberta e nominal pelos conselheiros, que vão confirmar ou rejeitar o parecer.

Segundo a investigação interna, o cartão corporativo foi usado para gastos particulares, apontando irregularidade de até 480 mil reais, com correção e juros, entre agosto de 2018 e fevereiro de 2021. A defesa sustenta que parte das despesas tinha relação institucional.

O que está em jogo

Além do processo interno, o Ministério Público apresentou denúncias na Justiça relacionadas ao caso. Andrés argumenta que não havia política interna clara sobre o cartão e afirma ter ressarcido valores apontados. A comissão de ética afirmou que a situação compromete a credibilidade do clube.

O caso envolve ainda ações judiciais envolvendo outros ex-dirigentes. O Ministério Público denunciou Duílio Monteiro Alves por apropriação indébita, enquanto Augusto Melo teve a investigação arquivada por falta de indícios de irregularidade entre 2024 e 2025.

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