- O repórter Mateus Moura criticou a torcida do Sport após a vitória do clube sobre o Fortaleza por 2 a 1 na semifinal da Copa do Nordeste de 2026.
- Ele afirmou que existe uma “mística exagerada” em torno da Ilha do Retiro, chegando a chamar o estádio de “Ilha das Fantasias”.
- Moura disse que o grito “Cazá, Cazá” é uma imitação da torcida do Vasco e classificou as músicas como constrangedoras.
- Também ironizou outros cantos da torcida do Sport, mencionando que algumas músicas “não embalam” e “não animam”.
- A partida de volta acontece na quarta-feira, às 21h30, na Ilha do Retiro; o Sport pode empatar para avançar, enquanto o Fortaleza precisa vencer por dois gols de diferença.
O repórter Mateus Moura reclamou da atmosfera da Ilha do Retiro durante o programa Sobe A Placa, do jornal O Povo, após a vitória do Sport sobre o Fortaleza por 2 a 1 na semifinal da Copa do Nordeste 2026. O comentário questionou a mística associada ao estádio e chamou o local de Ilha das Fantasias, sugerindo que o cenário não intimidaria o adversário.
Durante a transmissão, Moura criticou o canto mais tradicional da torcida rubro-negra, afirmando que a melodia não assusta ninguém e que a tal mística seria exagerada. Também ironizou outros cânticos entoados pelos torcedores, destacando a falta de músicas que, segundo ele, empolguem a equipe de casa.
O jogo de ida ocorreu no Castelão, com o Sport abrindo vantagem sobre o Fortaleza. A partida de volta está marcada para a próxima quarta-feira, às 21h30, na Ilha do Retiro, com o Sport precisando apenas de um empate para avançar. O Fortaleza depende de uma vitória por dois gols de diferença para chegar à final.
Repercussão nas redes
A fala do jornalista mobilizou torcedores nas redes sociais, principalmente perfis ligados à torcida organizada do Sport e a veículos esportivos de Pernambuco. Parte dos fãs considerou as declarações desrespeitosas e destacou a tradição da Ilha do Retiro em jogos decisivos.
O apresentador do programa, Lucas Mota, manifestou concordância parcial com a avaliação sobre a suposta ausência de pressão da torcida adversária na Ilha do Retiro. A discussão ganhou contornos nacionais, mas sem confirmação de mudanças na organização do duelo decisivo.
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