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Vitinha dispensa favoritismo do PSG na final da Champions

Vitinha afasta favoritismo do PSG na final da Champions contra o Arsenal e Luis Enrique destaca evolução defensiva da equipe

Vitinha e Luis Enrique conquistaram a primeira Champions da história do PSG na temporada 2024/25 –
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  • Vitinha e Luis Enrique discutem a final da Champions entre PSG e Arsenal, relembrando a semifinal da temporada passada, quando o PSG eliminou os ingleses.
  • Vitinha diz que a base do PSG permanece basicamente a mesma e que não há favoritismo para a decisão, que é jogo único.
  • O meio-campista ressaltou que final de Champions é diferente de tudo e que é preciso estar preparado para um único jogo.
  • Luis Enrique aponta a necessidade de adaptar o time a diferentes momentos da partida, principalmente sem a posse de bola, e elogia a evolução defensiva da equipe.

Nas vésperas da final da Champions League entre PSG e Arsenal, Vitinha e Luis Enrique falaram sobre a decisão, lembrando o confronto da temporada passada, quando o PSG eliminou os ingleses nas semifinais.

Vitinha destacou que não há favoritismo, reforçando que a base do time segue quase a mesma, com o mesmo treinador e a mesma ideia de jogo. Ele ressaltou que são equipes fortes, mas não dá para comparar em termos de favoritismo.

Final de Champions é diferente de tudo, disse o meio-campista, lembrando que o PSG venceu o Arsenal em três jogos no passado, mas o foco agora é um duelo único e a preparação precisa ser absoluta.

Defesa evolui, mantendo o ataque

Luis Enrique comentou a expectativa para o jogo e disse que o PSG pode precisar se adaptar a diferentes momentos, principalmente quando não há posse de bola. A ideia é controlar o jogo, mas saber defender melhor quando necessário.

O técnico espanhol elogiou a evolução defensiva ao longo da temporada, citando confrontos com Chelsea, Liverpool e Bayern de Munique como exemplos de melhoria. Segundo ele, esse progresso foi decisivo para chegar à final.

Apesar da melhora sem a bola, o treinador garantiu que a identidade ofensiva permanece: manter posse de bola, controlar o ritmo e buscar o ataque, com maior solidez defensiva para sustentar o estilo.

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