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Andrés Sánchez é expulso do quadro associativo do Corinthians

Corinthians expulsa Andrés Sánchez por uso do cartão corporativo; 112 a favor, 49 contrários e seis abstenções, com valores contestados de até R$ 480.169,60

Andrés Sánchez expulso do quadro associativo do Corinthians
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  • O Conselho Deliberativo do Corinthians expulsou o ex-presidente Andrés Sánchez do quadro associativo, com 112 votos a favor, 49 contrários e seis abstenções.
  • A decisão ocorreu em sessão no Parque São Jorge, após votação aberta e nominal dos conselheiros, seguindo a recomendação da Comissão de Ética.
  • A Comissão de Ética apontou conduta incompatível com deveres ético-institucionais e indicou uso do cartão corporativo para despesas pessoais entre agosto de 2018 e fevereiro de 2021, com valores questionados de até R$ 480.169,60.
  • O relatório afirma que as irregularidades não são mera irregularidade burocrática e que os fatos comprometeram a credibilidade institucional do clube; a defesa não comprovou finalidade institucional das despesas.
  • Andrés Sánchez não compareceu à reunião por medida cautelar que o impede de acessar as dependências do clube; há denúncias no Ministério Público de São Paulo e ações judiciais relacionadas ao caso.

O Conselho Deliberativo do Corinthians expulsou o ex-presidente Andrés Sánchez do quadro associativo. Foram 112 votos favoráveis, 49 contrários e 6 abstenções. A decisão foi tomada em sessão no Parque São Jorge, com votação aberta e nominal.

A medida seguiu a recomendação da Comissão de Ética, que defendia a exclusão por irregularidades envolvendo o cartão corporativo da instituição durante sua gestão. A comissão apontou conduta incompatível com os deveres ético-institucionais.

A investigação interna mostrou uso do cartão para despesas pessoais entre agosto de 2018 e fevereiro de 2021, com valores questionados que chegaram a 480.169,60 reais. O relatório foi citado pela imprensa no contexto da análise.

O presidente em exercício do Conselho Deliberativo afirmou que as irregularidades não poderiam ser tratadas como mero problema burocrático e que os fatos afetaram a credibilidade institucional do clube.

A Comissão de Ética afirmou ainda que Andrés Sánchez não apresentou comprovação suficiente de que as despesas tinham finalidade institucional. A defesa citou ações judiciais em curso.

Foram mencionadas denúncias na Justiça promovidas pelo Ministério Público de São Paulo e a tentativa de suspender a reunião por medidas judiciais, apresentadas pela defesa de Sánchez.

Devido a medidas cautelares que impedem o ex-presidente de acessar as dependências do clube, Sánchez não compareceu à sessão no Parque São Jorge.

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