- A numeração enviada pela comissão técnica em 1º de junho pode indicar o time titular da seleção na Copa, com foco especial na camisa 9.
- Richarlison e João Pedro foram os 9 nos dez jogos de Ancelotti, mas não foram convocados; Endrick e Igor Thiago disputam a vaga, com Matheus Cunha correndo por fora.
- Neymar deve retornar à camisa 10, mesmo que não esteja entre os titulares na estreia, em 13 de junho contra o Marrocos, o que o colocaria ao lado de Pelé, que vestiu o número em quatro Mundiais.
- Ancelotti distribuiu a 10 nos jogos que comandou: Vinicius Junior e Rodrygo atuaram com o 10 em quatro duelos cada um, e Raphinha teve duas partidas com o número.
- A numeração é definida pela comissão técnica e pela diretoria da CBF; com o retorno de Neymar, Vinicius volta ao 7 e Raphinha fica com o 11, mantendo histórico de escolhas de 2022.
A numeração da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026 está em estudo, com a lista enviada pelo técnico Carlo Ancelotti à Fifa prevista para 1º de junho. A principal dúvida gira em torno da camisa 9, while Richarlison e João Pedro foram os responsáveis pela faixa em jogos anteriores, mas não foram convocados.
Sem a dupla, Endrick e Igor Thiago disputam a vaga, com Matheus Cunha entrando na briga por fora. A camisa 10 deve voltar a Neymar, mesmo que ele não figure entre os titulares na estreia, em 13 de junho, contra o Marrocos. Se confirmado, o craque igualará Pelé ao vestir o número em quatro Mundiais.
Diante disso, Vinicius Junior reaparece com a 7, igual ao número que tem no Real Madrid, e Raphinha ficará com a 11 no Barcelona. O retorno de Neymar tende a fechar o acertamento do elenco para a primeira partida da competição na América do Norte.
Como é definida a numeração
A definição é feita pela comissão técnica em conjunto com a diretoria da CBF. No último Mundial, em 2022, o grupo já apresentava clareza de números, com Tite no comando desde 2016 e ajustes pontuais na escolha das camisas.
O histórico de cada jogador influencia a escolha. Alisson deve manter o 1, Weverton o 12, enquanto Ederson prefere a 23. O diálogo entre atletas e gestão, quando há números disponíveis, costuma ser flexibilizado, mas sem confrontos.
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