- Tiago Leifert afirmou, em transmissão ao vivo no YouTube, que há preconceito contra evangélicos e conservadores entre jornalistas esportivos do UOL.
- Ele comentou críticas dirigidas ao ex-jogador Felipe Melo após sua contratação pelo SporTV, sugerindo que houve preconceito por sua religião e posição política.
- Leifert destacou que existem outros ex-jogadores na televisão esportiva, como na Globo, e questionou por que o ataque foi direcionado apenas a Melo.
- O apresentador disse que parte dos jornalistas atua de forma ideológica e não consegue conviver com opiniões diferentes, diferentemente dele.
- Mencionou ainda críticas recebidas por ele em teasers do UOL sobre o seu trabalho, ao mesmo tempo em que lembrava a relação do UOL com o programa Cartão Vermelho, de Trajano e Juca Kfouri.
O jornalista Tiago Leifert afirmou, em uma transmissão ao vivo no YouTube, que existe preconceito contra evangélicos e conservadores entre jornalistas esportivos vinculados ao UOL. A referência ocorreu ao comentar a contratação do ex-jogador Felipe Melo pelo SporTV.
Leifert disse que houve uma crítica pesada apenas quando Melo foi contratado pelo SporTV, sugerindo que alguns profissionais se ressentem da presença de ex-jogadores na televisão esportiva. Ele apontou que há colegas que convivem fora do set, mas não repetem críticas quando é outro ex-jogador.
No relato, o apresentador mencionou que a Globo conta com diversos ex-jogadores atuando como comentaristas, o que, segundo ele, não geraria o mesmo tipo de reação. A afirmação é de que a expulsão de Melo seria motivada pela posição religiosa e pela afilição política dele.
Além disso, Leifert mencionou críticas dirigidas ao próprio trabalho dele durante o processo de promoção de um programa do UOL, cujo teaser o mencionava. O jornalista citou a reação de colegas que, segundo ele, atacariam seu trabalho sempre que há chance.
O programa Cartão Vermelho, exibido pelo UOL, tem como apresentadores os jornalistas José Trajano e Juca Kfouri. Em ocasiões anteriores, Kfouri já esteve envolvido em debates públicos sobre Kaká, devido a referências à fé cristã associadas a comemorações do jogador.
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