- O Conselho Deliberativo do Corinthians expulsou Andrés Sánchez do quadro associativo, em sessão no Parque São Jorge na segunda-feira, 25, com 112 votos a favor, 49 contrários e seis abstenções.
- A defesa pretende levar o caso à Justiça para anular o processo, alegando irregularidades graves no procedimento e no rito, segundo nota do escritório Fernando José da Costa Advogados.
- A defesa aponta que Leonardo Pantaleão presidiu tanto a Comissão de Ética, responsável pelo parecer, quanto a sessão de votações, o que seria problema de neutralidade.
- Também é questionada a votação aberta e nominal, em desacordo com o Estatuto que prevê escrutínio secreto, conforme edital de convocação.
- O caso envolve gastos pessoais de R$ 480.169,60 no cartão corporativo do clube; a defesa sustenta que houve confusão com o cartão pessoal e já houve ressarcimento parcial.
Andrés Sanchez foi expulsado do quadro associativo do Corinthians pelo Conselho Deliberativo na segunda-feira, 25, durante reunião no Parque São Jorge. A decisão ocorreu após parecer da Comissão de Ética e resistiu a uma votação aberta.
A defesa informou que irá à Justiça para anular o processo, alegando irregularidades. Entre elas, a atuação de Leonardo Pantaleão como presidente da Comissão de Ética e, ao mesmo tempo, à frente do plenário na votação. A ata aponta divergências no rito do Estatuto.
Foram 112 votos a favor, 49 contrários e 6 abstenções, entre 167 dos 300 conselheiros presentes. A votação ocorreu após investigações de gastos pessoais com cartão corporativo do clube, que somam 480.169,60 reais em valores corrigidos.
A defesa sustenta que parte das despesas foram ressarcidas e que houve confusão entre cartão corporativo e financeiro pessoal do ex-presidente. A equipe jurídica afirma que o caso envolve nulidades processuais e violações do devido processo legal.
Entenda o caso
O Conselho Deliberativo aprovou a expulsão do associado Andrés Sanchez, conforme recomendação do Comitê de Ética. A decisão é descrita como desfecho de apurações sobre uso do cartão do clube para gastos pessoais. Nuevos desdobramentos devem ocorrer nos próximos dias.
A defesa contesta a condução do procedimento, alegando irregularidades que comprometem a defesa e o escrutínio secreto previsto no edital. Segundo o escritório, há precedente perigoso para associados, dirigentes e conselheiros.
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