- O Bahia está há oito jogos sem vencer e vive crise técnica com Rogério Ceni no comando.
- Em quarenta e um por cento das partidas nesta temporada, a equipe sofreu dois ou mais gols, fazendo da derrota por três a dois para o Coritiba mais um capítulo da instabilidade.
- O goleiro reserva Léo Vieira sofreu lesão no joelho, aumentando o drama no gol; o titular Ronaldo segue em recuperação, sem previsão de retorno.
- A torcida cobra contratações e a saída de Rogério Ceni nas redes sociais e nas arquibancadas.
- Marcos Felipe surge como opção emergencial, mas ainda não houve negociação fechada.
O Bahia vive dias turbulentos em 2026, com oito jogos seguidos sem vitória. A derrota para o Coritiba por 3 a 2 intensificou a pressão sobre o técnico Rogério Ceni, que vê a atuação da equipe ser alvo de críticas do torcedor. A insatisfação ganhou as arquibancadas e redes sociais.
Os números ajudam a explicar o clima interno: em 41% das partidas da temporada, o Bahia sofreu dois ou mais gols. O último revés trouxe ainda mais desorganização e apontou falhas na defesa, contribuindo para o desgaste do comando técnico.
Além da irregularidade coletiva, o clube enfrenta um problema no gol. O reserva Léo Vieira sofreu lesão no joelho, aumentando a dor de cabeça para o elenco. O titular Ronaldo segue em recuperação, treinando com bola, mas sem previsão de retorno.
Destaques da crise
Com a situação clínica do goleiro cada vez mais crítica, cresce a expectativa por solução emergencial. O nome de Marcos Felipe circula como opção disponível no mercado, mas ainda não houve confirmação de negociação.
A diretoria busca respostas rápidas, com rumores de ajustes no elenco e possíveis contratações para melhorar a estrutura defensiva. A comunicação entre clube, comissão técnica e atletas permanece sob análise interna para definir próximos passos.
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