- A Comissão de Esportes do Senado aprovou o PL 1.315/2026, que trata da organização da Copa do Mundo Feminina da Fifa 2027 no Brasil e de prêmios às jogadoras da Seleção Brasileira de 1998 e do FIFA Women’s Invitational Tournament de 1991.
- A aprovação ocorreu na manhã de quarta-feira, 27, e o projeto será encaminhado ao Plenário do Senado para votação.
- A emenda que ampliava os prêmios para as jogadoras da Copa do Mundo de 1995 foi rejeitada por questões orçamentárias; um novo projeto deve ser apresentado com o mesmo teor para contemplar 1995.
- A presidente da Comissão, senadora Leila Barros, destacou a importância de sediar o evento pela primeira vez em um país sul-americano e a necessidade de reparação às pioneiras do futebol.
- A Lei Geral da Copa do Mundo Feminina já havia sido aprovada pela Câmara em abril e, se aprovada pelo Senado, seguirá para sanção presidencial.
A Comissão de Esportes do Senado aprovou nesta quarta-feira o texto do PL 1.315/2026, que trata da Lei Geral da Copa do Mundo Feminina. O projeto aborda a organização da Copa do Mundo Feminina da Fifa 2027 no Brasil e a concessão de prêmios às jogadoras da seleção brasileira que disputaram torneios anteriores, incluindo a Copa do Mundo de 1991 e o 1998 FIFA Women’s Invitational. A primeira decisão ocorre na Câmara dos Deputados; no Senado, o texto seguirá para plenário.
A presidente da Comissão, senadora Leila Barros, destacou o valor da proposição para o país, ressaltando a importância de sediar pela primeira vez um megaevento em solo sul-americano. Ela lembrou o impacto positivo no futebol feminino brasileiro e mundial e citou referências históricas sobre a proibição de esportes para mulheres no passado, defendendo reconhecimento e reparação às atletas pioneiras.
A ideia é premiar atletas da seleção em 1998 e 1999 já aprovadas pela Câmara, mantendo o teto de gastos previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias. Emenda apresentada pelo senador Eduardo Gomes, que ampliava os beneficiários para jogadoras de 1995, foi rejeitada por razões orçamentárias, segundo avaliação da Presidência da Comissão.
Emenda rejeitada
A Comissão entendeu que a inclusão de novas beneficiárias extrapolaria o teto de gastos da proposição. Com a rejeição, o grupo de líderes buscou uma solução para contemplar as jogadoras de 1995 sem comprometer as parcelas já aprovadas.
Novo acordo em debate
Leila Barros informou que será apresentado um novo projeto com o mesmo teor da emenda, para abranger as atletas da Copa de 1995. O objetivo é manter a premiação já aprovada para 1998 e 1999, respeitando o orçamento. A senadora citou apoio do Governo para aprovação rápida no Senado e envio à Câmara.
A Lei Geral da Copa do Mundo Feminina já tinha sido aprovada pela Câmara em abril e agora aguarda apreciação no Senado. Se aprovada, a lei seguirá para sanção presidencial.
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