- David Raya (Arsenal) somou dezenove partidas sem sofrer gol e sagrou‑se pela terceira vez consecutiva com a Golden Glove, destacando‑se em lances decisivos na luta pelo título, incluindo uma defesa contra Mateus Fernandes e uma grande intervenção contra West Ham no fim da temporada.
- Gabriel Magalhães (Arsenal) integrou a dupla de zaga mais sólida da liga, com dezoito gols de escanteiros no time, 17 clean sheets ao longo da campanha e participação ofensiva com três gols e quatro assistências.
- William Saliba (Arsenal) ficou conhecido pela tranquilidade e precisão defensiva, foi driblado apenas sete vezes na liga e completou 92,9% de seus passes, sinal de regularidade para o título.
- Bruno Fernandes (Manchester United) foi eleito jogador do ano pelos jornalistas, liderou assistências com 21 e criou 136 chances, mesmo atuando parte da temporada em posição mais recuada no meio‑campo.
- Erling Haaland (Manchester City) manteve-se como referência ofensiva, com 27 gols no campeonato e oito assistências, adaptando‑se ao estilo de jogo mais direto de Pep Guardiola.
David Raya, arque o goleiro espanhol, figura no time da temporada 2025-26 da Premier League. Ele somou 19 partidas sem levar gols e ganhou o terceiro Golden Glove consecutivo, mantendo o Arsenal na briga pelo título até o fim. O rendimento ficou marcado por intervenções decisivas em momentos de pressão.
O retrato do time tem como pilares Gabriel Magalhães e William Saliba na defesa, Declan Rice no coração do time e Nico O’Reilly em plena ascensão. O conjunto encadeou partidas de alta consistência defensiva e acionou liga ofensiva com bolas paradas e transições rápidas.
Destaques defensivos e versatilidade
Gabriel Magalhães consolidou a dupla de defesa mais firme da liga, com 32 jogos e 17 clean sheets. O Arsenal sofreu apenas 27 gols, a melhor marca desde a era Invincibles. O brasileiro também contribuiu com gols e assistências, reforçando o jogo aéreo da equipe.
Meias e ataque: criação e mobilidade
William Saliba, também pelo Arsenal, mostrou equilíbrio e leitura de jogo, completando 92,9% dos passes. Declan Rice foi o motor do time, criando 63 chances, além de recuperar mais bola do que qualquer companheiro. A dupla manteve a defesa estável e o ataque acionado.
Exemplos de protagonismo e mudanças de posição
Matheus Nunes, do Manchester City, evoluiu de lateral para jogador-chave no sistema de Guardiola, destacando-se pela arrasto físico e pela condução de bola. Bruno Fernandes, do Manchester United, foi nome de destaque com 21 assistências, recorde da liga, mesmo atuando em posição mais recuada.
Outros destaques do elenco
Elliot Anderson, do Nottingham Forest, apareceu como peça onipresente, com mais toques e duelos ganhos no campeonato. Antoine Semenyo, reforço do City, anotou 17 gols na temporada, surgindo como solução ofensiva após a chegada em janeiro. Thiago, do Brentford, balançou as redes 22 vezes.
Conclusões de temporada
Erling Haaland manteve o padrão de produção do City, com 27 gols no campeonato e maior versatilidade para puxar jogadas e criar espaço para companheiros. O conjunto de nomes reforça a ideia de um campeonato com equilíbrio entre defesa bem estruturada e ataque letal.
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