- Messi deixou o jogo contra o Philadelphia Union com sobrecarga associada à fadiga muscular na posterior da coxa esquerda, e o Inter Miami não detalhou a gravidade.
- O diagnóstico pode indicar apenas fadiga muscular ou uma lesão muscular; os prazos variam conforme a confirmação médica.
- Se for apenas fadiga, a recuperação pode ocorrer em dois a quatro dias; se houver estiramento, o retorno pode levar de uma a três semanas, conforme o grau da lesão.
- A idade de trinta e oito anos de Messi e a proximidade da Copa exigem monitoramento diário e avaliação de carga de treino, com uso de indicadores clínicos e físicos.
- Ainda existe possibilidade de Messi estrear pela Argentina em 16 de junho, mas depende dos exames e da evolução clínica.
O jogador Lionel Messi foi alvo de alerta na Argentina a menos de 20 dias da estreia na Copa do Mundo de 2026. A equipe afirma que o camisa 10 sentiu desconforto durante o jogo do Inter Miami contra o Philadelphia Union, no último domingo, 24, e deixou o campo por sobrecarga associada à fadiga muscular na posterior da coxa esquerda. A partida ocorreu nos Estados Unidos.
O diagnóstico divulgado pelo clube é genérico e não especifica gravidade. Segundo o Inter Miami, o retorno dependerá da evolução clínica e funcional do atleta. A Federação argentina não confirmou data de retorno nem se Messi será opção para a estreia, marcada para 16 de junho diante da Argélia.
Ao Estadão, o ortopedista Miller Assis analisou o caso. Ele ressaltou que o termo utilizado pelo clube não equivale a um diagnóstico definitivo de lesão muscular. A descrição sugere dor suficiente para interromper a atividade e requer exames para confirmação.
Afastamentos de curto prazo podem ocorrer caso não haja ruptura. Em cenário de fadiga sem lesão estrutural, o retorno pode acontecer em poucos dias, geralmente entre dois e quatro. Já um estiramento muscular varia conforme o grau, podendo levar de uma a três semanas ou mais.
A idade de Messi, 38 anos, é considerada fator relevante no acompanhamento. O médico recomenda monitoramento diário, com avaliação que vá além de exames, incluindo sono, dor e desempenho. Em atletas mais velhos, a recuperação costuma ser mais lenta, exigindo controle rígido da carga de treinos.
O gerente de carga e a recuperação muscular são pontos centrais no monitoramento. A musculatura posterior da coxa sofre com arrancadas, frenagens e mudanças rápidas de direção, especialmente em calendários com jogos consecutivos. O excesso de fadiga pode inflamar o tecido muscular e reduzir o desempenho.
Existem riscos ao equilibrar repouso e retorno. Descansar em excesso pode comprometer a performance, enquanto acelerar a recuperação aumenta a chance de agravar o quadro ou provocar recidiva. O prognóstico depende do grau da sobrecarga informada pelo clube.
O Inter Miami divulgou, por fim, o comunicado oficial: Messi deixou o jogo no dia 24, passou por exames nesta segunda-feira e o diagnóstico inicial aponta para uma sobrecarga associada à fadiga muscular na posterior da coxa esquerda. O retorno será definido conforme a evolução clínica.
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