- Felipão, pentacampeão mundial com a seleção em 2002, foi homenageado na Granja Comary, em Teresópolis (RJ), pelos jogadores e pela comissão técnica.
- O ex-técnico, hoje coordenador técnico do Grêmio, recebeu uma placa com seus principais títulos ao longo da carreira.
- Na homenagem, incentivou os convocados a jogar pelo grupo e pela ideia de buscar o hexa, destacando a importância de agir pelo próximo.
- Falou sobre Carlo Ancelotti, lembrando que o técnico italiano comandará a equipe e que os jogadores devem dialogar e se doar pelo Brasil.
- Felipão e Ancelotti são amigos desde 2008/2009, quando o brasileiro deixou o Chelsea; o colega foi apresentado como técnico da seleção em evento anterior.
Luiz Felipe Scolari, o último técnico a conduzir a seleção brasileira à Copa do Mundo, recebeu uma homenagem nesta quinta-feira (28) na Granja Comary, em Teresópolis (RJ). Em treino fechado, Felipão foi lembrado pela trajetória que culminou no pentacampeonato em 2002 no Japão. Hoje com 77 anos, o ex-treinador viu o encontro com a geração atual da Amarelinha.
A homenagem ocorreu durante o segundo treino da seleção brasileira, com Felipão recebendo uma placa que celebra os títulos conquistados ao longo da carreira. Ele acompanha de perto a convocação de Carlo Ancelotti, atual treinador da equipe, destacando a importância do diálogo entre jogadores, comissão técnica e o técnico italiano.
Entre os 26 convocados por Ancelotti, Felipão treinou atletas da base do Cruzeiro e do Palmeiras no passado, além de ter trabalhado com Weverton no Palmeiras e com Neymar na Copa do Mundo de 2014. A relação de amizade entre Felipão e Ancelotti remonta ao fim de 2008, quando o brasileiro deixou o Chelsea e o italiano assumiu.
Felipão reforçou a ideia de que o sucesso depende do conjunto: cada jogador deve jogar pelo grupo e cobrar uns aos outros. Ele elogiou a experiência de Ancelotti e pediu que a equipe dialogue, aceite as perspectivas do técnico e mantenha o foco no objetivo comum: o Brasil.
Natural de Porto Alegre, Felipão conquistou títulos por clubes ao redor do mundo, incluindo duas Copas Libertadores com Grêmio (1995) e Palmeiras (1999), além de dois Brasileiros (Grêmio em 1996, Palmeiras em 2018) e quatro Copas do Brasil (Criciúma, Grêmio e Palmeiras).
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