- Fluminense chega a dez jogos seguidos sofrendo gols; a última defesa sem levar foi em 23 de abril, no empate sem gols com o Operário, pela Copa do Brasil.
- Em 35 jogos na temporada, o time levou 42 gols e teve a defesa vazada em nove partidas (três no Brasileirão, uma na Sul-Americana, uma na Copa do Brasil e quatro no Carioca).
- O técnico Luis Zubeldía atribui o desequilíbrio à saída de Thiago Silva, o que exigiu reconstrução rápida da defesa e adaptação dos jogadores.
- Ele também aponta o perfil ofensivo do Fluminense como um dos motivos do descompasso defensivo, com laterais agressivos, zagueiros que gostam de sair para o jogo e meio-campistas com características ofensivas.
- A equipe volta a campo no próximo domingo, 31, às 20h30, contra o Cruzeiro, pelo Campeonato Brasileiro.
O Fluminense chegou a 10 jogos seguidos sofrendo gols após a vitória contra o La Guaira, em que o técnico Luis Zubeldía reconheceu desequilíbrios defensivos. A equipe não não ficou sem levar gols desde 23 de abril, em empate sem gols com o Operário pela Copa do Brasil. O desempenho acompanha números: em 35 partidas, 42 gols sofridos.
A defesa foi vazada em nove jogos na temporada, sendo três no Brasileirão, uma na Sul-Americana, uma na Copa do Brasil e quatro no Carioca. Ao longo da trajetória, a saída de Thiago Silva foi apontada como fator decisivo para a reconstrução rápida da linha de trás.
Zubeldía destacou ainda o perfil ofensivo do time como responsável por parte do desequilíbrio. O Fluminense utiliza laterais agressivos, zagueiros que avançam e meio-campistas com características ofensivas, o que, segundo o treinador, aumenta o custo defensivo.
A questão humana também aparece na análise do treinador. Jemmes e Freytes sofrem cobrança da torcida em meio ao processo de adaptação. O técnico ressaltou que momentos de pressão podem amadurecer o jogador ou travá-lo, dependendo da resposta em campo.
Análise de Zubeldía
O comandante afirmou que a saída de Thiago Silva, líder defensivo, exigiu adaptação rápida da zaga. Ele disse que a presença do jogador era essencial para a segurança da defesa e para a organização em campo.
Além disso, o treinador citou a necessidade de equilíbrio entre ofensiva e defesa para evitar vulnerabilidades. A equipe precisa ajustar a transição entre sistemas sem perder o ritmo de ataque.
Próximo desafio
O Fluminense volta a campo no domingo, 31, às 20h30 (de Brasília), contra o Cruzeiro, pelo Brasileirão. A expectativa é retomar a solidez defensiva enquanto mantém o nível ofensivo que caracteriza o time.
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