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Futebol brasileiro movimenta mais de R$ 14 bilhões em 2025

Futebol brasileiro movimentou R$ 14,3 bilhões em 2025, com destaque para vendas de jogadores e premiações no Mundial de Clubes; Flamengo lidera receitas

Palmeiras, Botafogo, Flamengo e Fluminense estiveram presentes no Mundial – Fotos: Cesar Greco/Palmeiras / Vitor Silva/Botafogo / Gilvan de Souza/Flamengo / Lucas Merçon/Fluminense
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  • Em 2025, o futebol brasileiro movimentou R$ 14,3 bilhões, alta real de 32% em relação a 2024.
  • As receitas foram impulsionadas por transferências de atletas (R$ 3,9 bilhões) e premiações (R$ 1,6 bilhão) com participação no Mundial de Clubes.
  • Flamengo lidera o faturamento, com R$ 1,9 bilhão, seguido por Palmeiras (R$ 1,6 bilhão), Botafogo (R$ 1,3 bilhão) e Fluminense (R$ 1,0 bilhão).
  • Os custos operacionais ficaram em R$ 10,3 bilhões e o endividamento consolidado atingiu R$ 17,3 bilhões, refletindo investimentos em elencos (R$ 4,4 bilhões em direitos de atletas).
  • O relatório aponta desafio de equilíbrio financeiro e que regras de sustentabilidade, se aplicadas hoje, reprovariam nove clubes da elite.

O futebol brasileiro movimentou R$ 14,3 bilhões em 2025, um aumento real de 32% em relação a 2024. Os números aparecem na 17ª edição do Relatório Convocados, realizado pelo economista Cesar Grafietti em parceria com a Outfield e a Galapagos Capital, divulgado em 27 de maio de 2026.

A análise aponta receitas extraordinárias com vendas de atletas e premiações como principais motores do crescimento. Também destacam o papel das casas de apostas como pilares comerciais e a nova distribuição dos direitos de transmissão da Série A.

As transferências de jogadores somaram R$ 3,9 bilhões, e as premiações atingiram R$ 1,6 bilhão, impulsionadas pela participação dos quatro clubes brasileiros no Mundial de Clubes. Flamengo lidera o ranking de receitas, com R$ 1,9 bilhão, seguido por Palmeiras (R$ 1,6 bilhão), Botafogo (R$ 1,3 bilhão) e Fluminense (R$ 1 bilhão).

Dívidas

Embora o faturamento tenha crescido, gastos e despesas operacionais chegaram a R$ 10,3 bilhões, alta de 22% ante 2024. O endividamento consolidado avançou para R$ 17,3 bilhões, em grande parte devido ao investimento agressivo em elencos, com desembolso de R$ 4,4 bilhões em direitos de atletas.

O relatório ressalta que o cenário para o equilíbrio financeiro permanece desafiador, especialmente com regras de sustentabilidade que, se aplicadas hoje, reprovariam 9 equipes da elite.

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