- De 2023 a 2025, o São Paulo arrecadou R$ 2,5 bilhões e investiu R$ 255 milhões em contratações, apenas 10% das receitas.
- Entre 14 clubes da Série A, o São Paulo ficou em último lugar nesse critério; Corinthians investiu 11%, Palmeiras 39%, Santos e Red Bull Bragantino 26% e Bahia liderou com 75%.
- O clube também aparece como segundo com balanço mais positivo entre gastos com contratações e receitas apenas com vendas de direitos de atletas, somando saldo de R$ 258 milhões (receitas de R$ 513 milhões). O Corinthians teve saldo de R$ 294 milhões (receitas de R$ 660 milhões; gastos de R$ 366 milhões).
- Em 2024, o São Paulo registrou déficit de R$ 284 milhões; em 2025 houve superávit de R$ 56 milhões, diferença de R$ 344 milhões entre os dois anos.
- O estudo reforça que o São Paulo é o clube da Série A que menos transforma receitas em reforços para o time principal no período.
O São Paulo é apontado como o clube da Série A que menos repassa suas receitas para reforços entre 2023 e 2025. O time investiu apenas 10% dos recursos obtidos com receita total em contratações, segundo estudo da Convocados Gestão e Futebol, Outfield Inc e Galapagos Capital.
De acordo com o relatório Convocados, o São Paulo recebeu cerca de R$ 2,5 bilhões no período e gastar R$ 255 milhões com contratações. O Corinthians ficou com 11% das receitas investidas; o Palmeiras, 39%; Santos e Red Bull Bragantino, 26%. O Bahia ficou na liderança, com 75%.
O estudo também aponta o São Paulo como segundo clube com balanço mais positivo apenas com vendas de direitos de atletas, superando gastos com contratações. No total, o clube teve faturamento de R$ 513 milhões e saldo positivo de R$ 258 milhões; o Corinthians registrou R$ 660 milhões de receitas e saldo de R$ 294 milhões, com gastos de R$ 366 milhões.
Entre 2024 e 2025, o panorama financeiro do São Paulo mostra uma oscilação expressiva: déficit de R$ 284 milhões em 2024 e superávit de R$ 56 milhões em 2025, variação positiva de R$ 344 milhões. O Corinthians apresentou dois déficits consecutivos: R$ 232 milhões (2024) e R$ 127 milhões (2025).
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