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Diretor da Globo chama público de misógino por rejeitar narradoras no esporte

Diretor da Globo afirma que rejeição a narradoras é misoginia e diz que o preconceito freia o crescimento do futebol e o próprio negócio

Globo.
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  • O diretor de Esportes da Globo, Renato Ribeiro, disse que a rejeição a narradoras e comentaristas mulheres no futebol é fruto de misoginia.
  • Ele afirmou que esse comportamento prejudica o crescimento do esporte e citou ataques nas redes sociais direcionados a mulheres que atuam na transmissão.
  • As declarações foram feitas durante o painel “Copas do Mundo: Mídia, Cultura e o Futuro do Futebol” na Rio2C.
  • Ribeiro ressaltou que a resistência decorre de um ambiente historicamente machista e de falta de visão de mercado.
  • O executivo afirmou que ampliar a participação feminina é crucial para o crescimento do futebol, incluindo mais público, ingressos e consumo, e que as mulheres representam o futuro do mercado.

O diretor de Esportes da Globo, Renato Ribeiro, afirmou que a rejeição de narradoras e comentaristas mulheres no futebol decorre de misoginia e pode comprometer o crescimento do esporte. A declaração ocorreu durante o painel Copas do Mundo: Mídia, Cultura e o Futuro do Futebol, na Rio2C.

Ribeiro ressaltou que a Globo acompanha ataques a profissionais mulheres nas redes sociais e que o aumento de narradoras e comentaristas intensifica esse comportamento. Segundo ele, a resistência está ligada a um ambiente historicamente machista no futebol.

O executivo explicou que parte da resistência ocorre porque torcedores não aceitam mulheres ocupando espaços tradicionalmente masculinos. Ele afirmou que essa exclusão também representa erro estratégico para a indústria e para o negócio do futebol, ao limitar o público e o mercado.

Na avaliação de Ribeiro, o crescimento do futebol passa pela participação feminina como público consumidor. Ele destacou que ampliar ingressos, camisas e audiência depende de conquistar esse público, apontando que o mercado já percebe essa transformação.

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