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Edu Gaspar relembra queda na Copa do Mundo de 2018, uma das maiores dores

Edu Gaspar relembra eliminação na Copa de 2018 como uma das maiores dores; hoje diretor global de futebol do Nottingham Forest, diz ter quebrado a bolha brasileira na Europa

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  • Edu Gaspar atuou como coordenador técnico da seleção brasileira entre 2016 e 2019 e integrou o grupo eliminado pela Bélgica nas quartas de final da Copa do Mundo de 2018.
  • Em entrevista ao Fala Aí – Edição de Copa, ele descreveu aquela derrota como uma das maiores dores da carreira, afirmando que o elenco iria, pelo menos, à final.
  • Após a Copa de 2018, ficou na seleção mais um ano e conquistou a Copa América de 2019, sobre o Peru, no Maracanã.
  • Ao longo da carreira, assumiu o cargo de diretor técnico do Arsenal e, desde julho do ano passado, atua como diretor global de futebol do Nottingham Forest, com atuação em clubes na Europa.
  • Ele diz ter “quebrado a bolha” para brasileiros na Europa e afirma ter recebido o prêmio de melhor diretor da Europa em 2023.

Edu Gaspar, atual diretor global de futebol do Nottingham Forest, relembrou a 2018. Em entrevista ao Fala Aí – Edição de Copa, ele falou sobre a eliminação da seleção brasileira para a Bélgica nas quartas de final da Copa do Mundo, em plena Rússia.

O dirigente, que esteve à frente da coordenação técnica entre 2016 e 2019, destacou a ansiedade do grupo estrelado por Neymar, Coutinho e Gabriel Jesus. Segundo ele, havia confiança de chegar à final, o que não ocorreu.

Gaspar classificou a saída da Copa como uma das maiores dores de sua trajetória no futebol. Ele afirmou que o elenco estava preparado e que a eliminação deixou um vazio difícil de explicar.

Continuidade na seleção e conquista da Copa América

Após a Copa de 2018, o ex-coordenador permaneceu por mais um ano na amarelinha e, em 2019, ajudou a conquistar a Copa América, vencendo o Peru no Maracanã. O ciclo na seleção encerrou com esse título continental.

Em seguida, Gaspar assumiu o cargo de diretor técnico do Arsenal. Desde julho, ele atua no Nottingham Forest, projeto que inclui clubes como Olympiacos e Rio Ave, ampliando sua atuação na Europa.

Impacto e reconhecimento na Europa

Entre as referencias, Gaspar afirma ter ajudado a romper uma “bolha” para dirigentes brasileiros na Europa. Ele destaca ter sido o primeiro diretor esportivo do Arsenal a nascer no Brasil e, em 2023, ter recebido o prêmio de melhor diretor da Europa.

O executivo lembra que o reconhecimento também beneficia o cenário brasileiro no âmbito internacional. Ele ressalta a importância de avanços individuais para ampliar a presença brasileira na gestão de futebol.

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