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Família Lasmar revive desafio pré-Copa 40 anos após Zico e Neymar

Médico Rodrigo Lasmar tenta recuperar Neymar a tempo de estreia, 15 dias antes do Mundial, repetindo desafio histórico da família que salvou Zico em 1986

Neymar acompanha treino da Seleção no campo da Granja Comary
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  • Quatro décadas depois, a família Lasmar coloca o mesmo desafio à frente: recuperar o principal jogador da seleção brasileira pouco antes da Copa.
  • Em 1986, Neylor Lasmar tentava recuperar Zico; hoje, o desafio ficou com Rodrigo Lasmar, médico da seleção, para Neymar.
  • Neymar tem lesão grau dois na panturrilha direita e está fora dos amistosos contra Panamá e Egito, com estreia disputada em 13 de junho diante do Marrocos em risco.
  • A CBF mantém a aposta na recuperação de Neymar dentro da primeira fase da Copa, mantendo a chance de jogar ainda no início do torneio.

Em 2026, a história se repete na família Lasmar: de Neylor para Rodrigo, médicos que lidam com o mesmo desafio de quatro décadas. O foco é Neymar, mão direita da seleção brasileira, a 15 dias da estreia no Mundial.

Na relação entre pai e filho, o caso remete ao que ocorreu em 1986 com Zico. Neylor, à época com 45 anos, acompanhava a seleção brasileira e acompanhou de perto a lesão de Zico, que acabou operado e ficou fora de parte do torneio. Hoje, Rodrigo vive o mesmo peso de decisão.

O Brasil se prepara para a estreia, marcada para o dia 13, contra o Marrocos. Neymar sofreu lesão grau dois na panturrilha direita e desfalcará amistosos contra Panamá e Egito. A avaliação aponta risco real de ficar de fora do primeiro jogo da Copa.

A decisão da comissão técnica manteve a esperança de recuperação a tempo. A seleção adotou tratamento conservador, mantendo Neymar no elenco sem confirmar suposta exclusão. A prioridade é preservar o atleta para a fase inicial do Mundial.

O paralelo com 1986 envolve não apenas o drama da recuperação, mas também a presença de Zico no elenco e o desfecho do time. Em 1986, Zico ficou fora dos dois primeiros jogos e entrou mais tarde, contribuindo até a eliminação nos pênaltis.

Rodrigo Lasmar, hoje com 54 anos, repetiu o papel de seu pai na missão de manter Neymar ativo. Aos olhos da torcida, a família mantém o mesmo padrão de atuação, com foco em decisões médicas que influenciam o desempenho do elenco.

Quatro décadas depois, a narrativa mostra continuidade: tecnologia, diagnóstico e tratamento que moldam o que pode acontecer na Copa. A atuação de Rodrigo pode definir se Neymar estará em campo na estreia ou se dependerá de ajustes estratégicos.

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