- No sábado, o Corinthians encara o Grêmio em Porto Alegre, último compromisso do Brasileirão antes da pausa para a Copa do Mundo.
- Jogadores como Gabriel Paulista e Allan podem ultrapassar o limite de jogos, o que pode influenciar decisões de saída, inclusive por empréstimo (outros citados dificilmente atingem o limite).
- Internamente, a diretoria monitora saídas de jogadores menos usados para reduzir custos com salários, com foco em reduzir o custo mensal do futebol profissional de cerca de R$ 35 milhões para menos de R$ 30 milhões.
- O clube encerrou o primeiro trimestre de 2026 com déficit de R$ 131 milhões e dívida total de R$ 2,7 bilhões; a expectativa é arrecadar cerca de € 20 milhões com vendas na próxima janela, ante a meta de R$ 151 milhões para o ano.
- O Corinthians foca no mercado internacional para negociar atletas, mantendo a base titular e ampliando a exposição de jogadores no exterior com a contratação do analista Gabriel Correa.
O Corinthians encara o Grêmio neste sábado, em Porto Alegre, pelo Brasileirão, na última rodada antes da pausa da Copa do Mundo. A partida pode impactar a continuidade de parte do elenco, já que vários jogadores ainda não atingiram o limite de jogos que permite defender outro clube da Série A na temporada. Gabriel Paulista e Allan podem ultrapassar a marca caso entrem em campo.
A lista de atletas abaixo do limite inclui Matheus Pereira (10 jogos), Jesse Lingard (9), Memphis Depay, Vitinho e Pedro Raul (8), André Ramalho, Dieguinho e Zakaria Labyad (7), Fabrizio Angileri, Gui Negão e Kaio César (5), Charles (4) e Alex Santana (1). Internamente, jogadores menos utilizados passaram a ser observados como possíveis saídas, inclusive por empréstimo, para reduzir gastos com salários.
Alex Santana, Charles e Pedro Raul aparecem entre os nomes avaliados nesse cenário, já que a prática de reduzir o custo mensal vem ganhando importância. O clube opera com aproximadamente R$ 35 milhões mensais no futebol profissional, com a meta de reduzir para abaixo de R$ 30 milhões.
No aspecto financeiro, o Corinthians fechou o primeiro trimestre de 2026 com déficit de R$ 131 milhões e dívida total de R$ 2,7 bilhões. A diretoria atribui o resultado à ausência de vendas de atletas no início do ano, apesar da tentativa de levantar recursos na primeira janela de transferências.
A esperança era arrecadar cerca de R$ 75 milhões com negociações, mas o clube priorizou manter a base para a Libertadores, assegurando classificação às oitavas e liderança do grupo. O balancete projeta 20 milhões de euros (cerca de R$ 118 milhões) com vendas na próxima janela, frente a uma meta de R$ 151 milhões no orçamento.
Internamente, há preocupação de que a necessidade de caixa possa subir para cerca de R$ 300 milhões diante dos resultados iniciais do ano. O foco de mercado passa a ser o exterior, com o objetivo de negociar atletas para clubes internacionais, mantendo a base titular sob cuidado.
O técnico Fernando Diniz busca conservar os pilares da equipe, avaliando nomes como Hugo Souza, Matheuzinho e Yuri Alberto como potenciais alvos de mercado externo. André Carrillo e Breno Bidon aparecem entre os ativos com maior potencial de retorno financeiro. Bidon, no entanto, pode ter reposição interna mais viável.
Para ampliar as possibilidades, o Corinthians contratou o analista Gabriel Correa, com passagem por Chelsea e Manchester United, para fortalecer a exposição de jogadores no mercado internacional, especialmente em centros europeus alternativos, Turquia, Ásia e Oriente Médio.
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