- O PSG venceu o Arsenal nos pênaltis após empate em 1 a 1 no tempo normal, em Budapeste, e ficou bicampeão da Liga dos Campeões (2025/2026).
- O Arsenal abriu o placar aos cinco minutos com Kai Havertz; o PSG empatou aos 20 minutos do segundo tempo com Dembele, em cobrança de pênalti.
- Nos pênaltis, Ezze e Gabriel Magalhães desperdiçaram para o Arsenal; Gabriel Magalhães acertou a cobrança que selou a vitória do PSG; Nuno Mendes defendeu a penalidade de Raya.
- O PSG faturou 25 milhões de euros pelo título; a competição distribui, ao todo, 2 bilhões de euros, com o Arsenal somando 89,49 milhões e o PSG 80,91 milhões na fase de liga.
- Pela primeira vez desde 2016 houve final da Champions para prorrogação; pela primeira vez desde Real Madrid x Liverpool, os dois times marcaram na decisão, com o PSG levando o troféu.
O PSG venceu o Arsenal nos pênaltis para se tornar bicampeão da Liga dos Campeões, após empate de 1 a 1 no tempo normal em Budapeste. A decisão aconteceu neste sábado, 30, pela temporada 2025/2026. Os franceses repetem feito do Real Madrid, como únicos a vencer o torneio consecutivamente na Era Aberta.
Ezze e Gabriel Magalhães erraram as cobranças decisivas para o Arsenal; o brasileiro ainda chutou para fora o pênalti que poderia ter levado o título. Pelo PSG, Nuno Mendes foi à defesa de Raya, garantindo a conquista na prorrogação por pênaltis.
Como foi a partida
O Arsenal abriu o placar aos 5 minutos, com chute de Kai Havertz após contra-ataque. Havertz ainda teve oportunidade de ampliar, mas parou em defesa de Marquinhos.
O empate ocorreu aos 20 minutos do segundo tempo, quando Dembele converteu pênalti sofrido por Kvaratskhelia. Barcola quase virou no fim da prorrogação, mas a finalização passou perto.
Premiação e dados financeiros
O PSG recebeu 25 milhões de euros pela vitória. Ao longo da competição, os dois clubes já haviam faturado valores milionários, com o torneio distribuindo cerca de 2 bilhões de euros entre participantes.
Na fase de liga, Arsenal somou 89,49 milhões de euros; o PSG ficou com 80,91 milhões nessa etapa.
Contexto e presença brasileira
Foi a primeira final com prorrogação desde 2016. Marquinhos e Gabriel Magalhães formam a dupla titular da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. Na final, atuaram de lados opostos, mostrando força defensiva de seus times. Gabriel Magalhães terminou o jogo como responsável pelo quinto pênalti decisivo.
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