- Raphinha disse estar muito mais preparado mental e tecnicamente para a segunda Copa do Mundo, após o amistoso Brasil 6 a 2 Panamá no Maracanã.
- O atacante destacou uma competição saudável por vagas na equipe e que a decisão final fica com o treinador, Carlo Ancelotti.
- O jogo serviu como despedida da torcida antes da viagem à Copa, diante de aproximadamente 70 mil pessoas.
- Ele sinalizou a necessidade de equilíbrio defensivo para a equipe evoluir, ressaltando a importância da união defensiva entre todos os setores.
- O atacante afirmou que o amistoso aumentou a conexão com o torcedor e que já parece estar na Copa desde o início da preparação.
Raphinha terá sua segunda Copa do Mundo e afirma chegar mais preparado, mentalmente e tecnicamente, do que na edição de estreia, disputada no Catar. O comentário veio após a goleada do Brasil por 6 a 2 sobre o Panamá, no Maracanã, em amistoso de preparação para o Mundial.
O atacante paulista concedeu entrevista ao programa Fechamento, da TV Sportv, logo após a partida, que também foi um momento de despedida da torcida antes do embarque para o Qatar. Ele destacou a importância da maturidade adquirida ao longo das temporadas.
O Brasil dominou o jogo diante de cerca de 70 mil torcedores, fortalecendo a confiança da comissão técnica na fase que antecede a Copa. Raphinha ressaltou o peso da camisa e ressaltou que a entrada de Neymar pode influenciar o peso tático da equipe.
Ajustes defensivos
Para o camisa 11, a evolução da Seleção passa pela defesa coletiva. Ele aponta que, com união entre as linhas, a equipe pode dificultar adversários no Mundial. O jogador citou a necessidade de ajuste na linha de frente para que todos se expliquem e cubram espaços.
Ainda segundo o atleta, a disputa por vagas no elenco é saudável e inevitável. O treinador Carlo Ancelotti deve definir os 11 titulares, mas Raphinha reforçou que qualquer jogador pode compor o time de forma titular em diferentes situações.
Raphinha também enfatizou a importância de manter a conexão com a torcida durante o período de preparação. Ele destacou que a sensação de já estar na Copa começou desde a concentração inicial, na Granja Comary, passando pela sequência de amistosos no Brasil.
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