- Jan van Hövell deixou a carreira de M&A em Amsterdã e atua como DJ para financiar o projeto inicial, que virou a KLABU.
- A KLABU constrói clubes esportivos em campos de refugiados, usando contêineres reaproveitados com energia solar, Wi‑Fi e bibliotecas de equipamentos.
- A organização já está presente em dez localidades globais, incluindo Boa Vista, no Brasil, voltada ao acolhimento de refugiados indígenas venezuelanos.
- O modelo prevê venda de roupas esportivas exclusivas para cada clube, para tornar a operação autossuficiente e reduzir dependência de doações.
- Em março de dois mil e vinte e seis, a KLABU lançou um programa de membros por um euro por mês, com meta de superar quarenta mil membros do Bayern de Munique e ampliar o tamanho global do clube.
O fundador da KLABU transformou uma carreira de elite em uma iniciativa social global. Jan van Hövell deixou a advocacia de M&A em Amsterdã para atuar como DJ em casamentos e eventos, financiando a primeira fase do projeto. Hoje, a startup constrói clubes esportivos em campos de refugiados e busca escalar internacionalmente.
A KLABU opera com contêineres reaproveitados, equipados com painéis solares, Wi-Fi e bibliotecas de equipamentos, funcionando como clubes autossuficientes. A expansão já alcançou dez localidades globais, incluindo uma unidade em Boa Vista, Brasil, criada para acolher refugiados indígenas venezuelanos.
Para reduzir a dependência de doações, van Hövell criou uma vertical comercial de roupas esportivas exclusivas para cada clube, gerando receita previsível. Parte dos lucros é reinvestida na operação, buscando autossuficiência e menor volatilidade.
Parcerias estratégicas ajudam o crescimento. A KLABU trabalha com a Fundação Adidas, o Paris Saint-Germain e a empresa de tecnologia hospitalar Mews. Em março de 2026, o projeto lançou um programa de membros que custa € 1 por mês por usuário, com objetivo de superar 400 mil sócios e tornar-se o maior clube esportivo do mundo em base de membros.
Modelo de financiamento e impacto
- A reclinação da estrutura filantrópica ocorre via receita comercial previsível.
- Cada clube recebe itens de vestuário exclusivos para reforçar a sustentabilidade financeira.
- O foco é criar valor social ao ampliar o acesso a esportes e educação básica nos campos.
Fundador afirma que as crises humanitárias exigem mais do que sobrevivência; há potencial de desenvolvimento local. Van Hövell ressalta que crianças em campos de refugiados precisam de oportunidades para além do básico, incluindo atividades esportivas estruturadas.
O histórico do executivo aponta para um início aos 18 anos, com estágio na ACNUR em Gana, seguido de atuação em transações europeias. Em 2019 nasceu a KLABU, com a visão de transformar contêineres em clubes esportivos autossuficientes em várias regiões do mundo.
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