- Josué Duverger, goleiro haitiano de 26 anos, defende o Cosmos Koblenz na Oberliga Rheinland-Pfalz/Saar, quinta divisão da Alemanha, e escolheu a seleção do Haiti.
- O jogador passou por training camps e bases de clubes de Portugal, como Sporting e Vitória de Setúbal, antes de atuar na Alemanha.
- Tommy Smith, zagueiro neozelandês de 36 anos, atua pelo Braintree Town, clube que atua na National League South, quinta divisão inglesa.
- Smith tem passagem pela seleção da Nova Zelândia e disputou a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul.
O Haiti terá dois jogadores atuando em divisões inferiores da Europa, mas convocados para a Copa do Mundo de 2026. Entre eles estão Josué Duverger, goleiro, e Tommy Smith, zagueiro, que chegam com trajetórias distintas. Ambos chegam ao principal torneio do futebol mundial com menos holofotes, porém com chances de protagonismo.
Duverger atua na Alemanha, pelo Cosmos Koblenz, em uma quinta divisão nacional. Nascido em Montreal, escolheu representar o Haiti na seleção, apesar da formação em clubes portugueses de base. Sua carreira europeu se deu em Portugal, com passagens pelo Sporting e pelo Vitória de Setúbal.
A trajetória de Duverger ganhou notoriedade em 2021, quando um gol contra emblemático o levou às redes durante eliminatórias. O lance viralizou nas redes sociais, ampliando o interesse pela carreira do goleiro haitiano. A convocação para o Mundial aumenta a visibilidade do atleta.
Goleiro do Haiti: Josué Duverger
Smith, por sua vez, integra a lista da Nova Zelândia aos 36 anos, atuando pelo Braintree Town, equipe da National League South, quinta divisão inglesa. O defensor tem carreira extensa, marcada por passagem pelo Ipswich Town na formação, além de atuações em clubes como Colorado Rapids, Sunderland e Colchester United.
O zagueiro disputou a Copa do Mundo de 2010 pela Nova Zelândia, em que a equipe ficou invicta com três empates, incluindo confronto com a Itália. Smith permanece como peça-chave da equipe nacional, mantendo atuação firme mesmo fora das principais ligas europeias.
A presença de Smith no Mundial reforça a ideia de que a competição recebe jogadores importantes em ligas menos badaladas, sem perder o nível técnico. A seleção neozelandesa contará com a experiência do defensor para a disputa mundial.
Zagueiro da Nova Zelândia: Tommy Smith
Com trajetórias divergentes, Duverger e Smith representam duas realidades distintas do futebol de elite. Enquanto um atua em uma liga amadora na Alemanha, o outro segue ativo no cenário inglês, mantendo a seleção de seus países em foco para o torneio internacional.
A edição de 2026 trará grandes clubes europeus, mas também oferece espaço para histórias improváveis de jogadores de divisões semiprofissionais. Acompanhe o desenrolar das convocações e das campanhas de Haiti e Nova Zelândia na Copa do Mundo.
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