- Edu Gaspar, ex-coordenador técnico, diz que o Brasil ainda tem chance de vencer a Copa do Mundo de 2026, mesmo sem ser favorito.
- Em entrevista ao Fala Aí – Especial de Copa, do Canal UOL, ele afirma que o ciclo de mudanças na CBF não impede a busca pelo título nos Estados Unidos, no México e no Canadá.
- Do grupo que foi para a Rússia em 2018, apenas seis jogadores estarão presentes neste ano: Alisson Becker, Ederson, Danilo, Marquinhos, Casemiro e Neymar; o elenco atual é mais jovem.
- Gaspar comenta sobre a dificuldade de convocações, especialmente de Neymar, destacando o momento do jogador e a avaliação individual feita pelo treinador.
- Ele ressalta que a convocação para a Copa é decisiva na carreira de um atleta e que a evolução recente é monitorada até a definição final.
Edu Gaspar, ex-coordenador técnico da seleção brasileira, não descarta o Brasil como favorito ao título da Copa do Mundo de 2026. Em entrevista ao programa Fala Aí – Especial de Copa, do Canal UOL, ele afirma que o ciclo recente de mudanças na equipe e na presidência da CBF não impede a chance de conquista no Mundial que ocorre nos Estados Unidos, México e Canadá.
Gaspar acredita que, mesmo com um ciclo conturbado, o Brasil pode chegar às fases decisivas. Ele destaca que o combinado para 2026 reúne jogadores mais jovens em relação ao grupo que atuou na Copa de 2018, quando a seleção foi eliminada pela Bélgica nas quartas.
Neymar, figura central do debate, é assunto sensível na convocação. Segundo o ex-técnico, a decisão de levar o atacante envolve avaliar o momento recente dos jogos e o contexto individual do atleta, além de o que representam as escolhas para o grupo e para o técnico responsável.
Neymar na Copa
O ex-jogador aparece como referência para o público, mesmo diante de dúvidas sobre o status atual de alguns atletas. Gaspar afirma que a avaliação sobre o momento de Neymar é feita pelo treinador e envolve planejamento para o Mundial.
Ele aponta ainda que uma convocação para a Copa do Mundo molda a carreira de um jogador, com impactos tanto para quem é chamado quanto para quem fica de fora. Acompanhar a evolução de cada atleta nos últimos meses é parte da análise de seleção.
Edu Gaspar reforça que a formação atual da equipe brasileira é mais jovem, com mudanças relevantes desde a geração de 2018. A afirmação reflete a transição de elenco prevista para a competição de 2026.
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