- Leila Pereira afirmou que não pretende ser presidente da CBF nem dirigir outro clube, mantendo o foco no Palmeiras.
- Disse que, no futuro, pode vir a ser dona de um clube, mas não em curto prazo.
- Reforçou que prefere o modelo de clube-empresa, dizendo que “precisa ter um dono” e criticando clubes associativos.
- Comentou sobre sua relação com Abel Ferreira, dizendo que já negou pedidos de reforços e mantendo o foco na competência da equipe.
- Explicou a saída do Palmeiras da Libra, afirmando que a liga não funcionou como planejado e que o grupo deveria pensar no todo.
Leila Pereira, presidente do Palmeiras, afirmou que não pretende concorrer à presidência da CBF e sinalizou a possibilidade de ser proprietária de um clube no futuro. Em participação no podcast POD_i, com a jornalista Andréia Sadi, a dirigente tratou do tema após eleito como uma das presidentes mais vitoriosas do clube alviverde.
Pereira ressaltou que não planeja um novo mandato no Palmeiras, citando o encerramento do seu ciclo. A executiva mencionou que chegou a ser sondada por conselheiros para tentar alterar o estatuto e permitir um terceiro mandato, mas descartou a ideia. Afirmou que a vida possui ciclos e que não iria para outro clube, mantendo a possibilidade de futuramente ser dona de uma equipe.
A dirigente explicou o modelo de gestão que defende, o clube-empresa, e disse não enxergar futuro em clubes com formato associativo. Ainda durante o bate-papo, a presidente destacou o apoio à Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 e revelou visões sobre a relação de equipes com treinadores e jogadores.
Sobre o cenário da temporada, Leila comentou que a relação com Abel Ferreira é boa, mas que já recusou pedidos de jogadores e técnicos por parte da diretoria e do próprio treinador. Ela enfatizou que as decisões são tomadas com foco no conjunto do time.
A executiva também tratou da saída do Palmeiras da Libra, bloco de transmissão dos direitos do Campeonato Brasileiro. Segundo ela, a saída ocorreu porque o modelo de negociação não avançou como o esperado, e a liga precisa pensar no todo, não em interesses de um único clube.
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