- O Botafogo acumula cinco transfer bans da FIFA e corre o risco de ganhar uma sexta por a dívida envolvendo a contratação de Jordan Barrera.
- A cobrança formal foi apresentada pelo Junior Barranquilla após atrasos, com o acionista majoritário do clube colombiano citando o Botafogo como exemplo de inadimplência.
- O clube atravessa recuperação judicial e mudança de controle acionário, o que dificulta a regularização de compromissos financeiros.
- Jordan Barrera foi contratado em julho de 2025 por cerca de US$ 4 milhões; o atacante soma 32 partidas pelo Botafogo, com três gols e uma assistência.
- Caso a dívida não seja regularizada, poderá haver novo transfer ban, dificultando o registro de novos jogadores; a diretoria busca alternativas para evitar sanções.
O Botafogo enfrenta nova possibilidade de sanção da FIFA por dívida relacionada à contratação do atacante Jordan Barrera, anunciada em 2025. A cobrança partiu do Junior Barranquilla, após dificuldade em receber valores pendentes em acordo firmado com o clube carioca. A ameaça é a sexta sanção de transfer ban em curso.
O caso ganhou repercussão após declaração do acionista majoritário do Barranquilla, Fuad Char, à Win Sports TV. Ele citou o Botafogo como exemplo de inadimplência e informou que o clube colombiano já acionou a FIFA para assegurar o recebimento.
Internamente, o Botafogo passa por recuperação judicial e mudanças na gestão, incluindo a transferência de controle acionário. Esse contexto complica a capacidade de quitar dívidas recentes, contribuindo para o acúmulo de restrições no mercado de transferências.
Detalhes da contratação
Jordan Barrera foi adquirido pelo Botafogo em julho de 2025, por cerca de US$ 4 milhões. O atacante tem 32 partidas pelo clube, com três gols e uma assistência.
Aos olhos de torcedores e da diretoria, a evolução esportiva do jogador é relevante, já que chegou a figurar na pré-lista da seleção colombiana para a Copa do Mundo de 2026, destacando o impacto esportivo da contratação.
Risco de novas punições
Se a dívida não for regularizada dentro do prazo da FIFA, pode ocorrer um novo transfer ban, impedindo o registro de novos atletas. A medida agravaria o momento esportivo e administrativo do clube.
Diante do cenário, a diretoria busca alternativas para equilibrar as finanças e evitar sanções adicionais, mantendo a competitividade dentro de campo enquanto trabalha para cumprir compromissos pendentes.
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