- O grupo B da Copa do Mundo de 2026 tem Canadá (co-anfitrião), Suíça, Catar e Bósnia e Herzegovina.
- A Suíça é apontada como favorita para avançar, com elenco experiente e histórico recente de desempenho sólido.
- O Canadá tenta passar da fase de grupos pela segunda vez, após desempenho ruim em 2022, contando com jogadores como Alphonso Davies e Jonathan David.
- O Catar chega com dúvidas devido a cinco amistosos recentes abaixo do esperado, apesar do título da Copa da Ásia em 2023.
- A Bósnia e Herzegovina, que voltou a Copa após derrotar a Itália na repescagem, aposta em um estilo reativo e em Edin Dzeko para fazer gols.
O Grupo B da Copa do Mundo de 2026 reúne o co-anfitrião Canadá, além de Suíça, Catar e Bósnia e Herzegovina. A chave ainda conta com a seleção do Catar, que atua como anfitriã, e com a equipe da Bósnia, que retorna ao torneio após derrota da Itália na repescagem europeia.
As seleções chegam com apostas distintas. A Suíça aparece como favorita para avançar, sustentando uma campanha invicta nas Eliminatórias e boa regularidade na última Euro. O elenco traz jogadores de experiência, como Granit Xhaka e Manuel Akanji, que ajudam na imposição no meio e na defesa.
O Canadá aposta no fator casa e em um jogo de pressão alta para passar da fase, apesar de ter apresentado deficiências defensivas em 2022. Alphonso Davies e Jonathan David são os nomes de maior peso, buscando superar as três derrotas no grupo de 2022.
O Catar, país-sede, enfrenta incertezas justamente pela instabilidade observada em amistosos recentes. O técnico espanhol Julen Lopetegui prioriza a posse de bola, com Edmilson Júnior e Akram Afif entre os destaques do elenco.
A Bósnia e Herzegovina tenta manter a linha defensiva sólida herdada da campanha anterior, com Edin Dzeko como referência de gols. O time, treinado por Sergej Barbarez, aposta na combinação entre experiência e jovens promessas para surpreender.
Desdobramentos e perspectivas
A equipe suíça, com jogadores como Remo Freuler e Breel Embolo, busca consolidar a busca por vaga no mata-mata, mantendo a atuação combinada e o controle dos jogos. A defesa, liderada por Akanji, permanece como ponto de estabilidade do time.
Entre os aspectos táticos, o Canadá depende da velocidade de ataque para superar adversários mais fortes, enquanto o Catar precisa equilibrar número de gols marcados com a solidez defensiva para evitar pressão excessiva.
O grupo, dividido entre seleções com histórico recente em Copas e outras ainda em construção, segue com atenção voltada aos resultados que definirão quem avança às fases eliminatórias. Todas as equipes buscam, ao menos, confirmar presença no mata-mata.
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