- Cardinals reforçaram o ataque terrestre: Tyler Allgeier na rotação e Jeremiyah Love, escolhido na terceira posição, podem transformar a produção de corrida.
- Ravens investiram no pass rush: contratação de jogadores com histórico de pressão e sacks, incluindo Trey Hendrickson e a adição de Zion Young, visando melhorar a defesa.
- Bengals buscaram segurança na defesa: Bryan Cook e Kyle Dugger chegaram para reforçar a secundária, com Tacario Davis trazendo versatilidade no jogo contra tight ends.
- Browns reforçaram a linha ofensiva: Tytus Howard, Zion Johnson, Elgton Jenkins e Spencer Fano chegam para proteger o quarterback e reduzir a pressão.
- Cowboys e Titans também atuaram para melhorias principais: Dallas investiu na defesa com várias contratações e mudanças de esquema, enquanto Tennessee adicionou Wan’Dale Robinson e Carnell Tate para suportar o quarterback Cam Ward.
Os sinais de mudança chegaram rápido na NFL. Em 2024, o Patriots teve a pior ataque de passes e terminou 4-13; em 2025, Drake Maye liderou a liga em rating de passes e Nova Inglaterra chegou ao Super Bowl. Offseason mostra que ajustes pontuais podem reverter fraquezas.
Vários times investiram em reforços para transformar vulnerabilidades em forças. A análise utiliza dados do NFL Pro e NFL IQ, com base no Next Gen Stats, e destaca como algumas ligas podem mudar o cenário para 2026.
Arizona Cardinals
A maior fraqueza era o jogo terrestre estagnado. Em 2025, o Cardinals teve a segunda pior corrida da liga, com 93,1 jardas por jogo, e apenas 2,7 jardas após o contato. A equipe ainda registrou baixo ganho por jogada e alta taxa de tackles perdidos.
O clube trouxe Tyler Allgeier e definiu Jeremiyah Love no draft de terceira posição. Segundo o NFL IQ, Love acumula uma pontuação de draft de 96, um índice muito alto para RB, sugerindo upgrade relevante ao conjunto de corridas.
Baltimore Ravens
A pressão de passe era o principal ponto vulnerável, com baixa taxa de pressão e de sacks em 2025. Isso resultou em jardas aéreas permitidas por jogo e pontos, contribuindo para um ano negativo frente ao esperado.
A direção elevou o nível do pass rush ao trazer Reese Hendrickson e Calais Campbell, além da escolha de Zion Young e reforços adicionais na posição. A expectativa é que a linha defensiva passe a ter impacto significativo na temporada.
Cincinnati Bengals
O problema recorrente esteve na cobertura de safeties. Em 2025, a defesa permitiu jardas altas por alvo e houve grande dificuldade com jogadas quebradas, além de alto índice de tackles perdidos.
O clube contratou Bryan Cook e Kyle Dugger, com Cook apresentando desempenho analítico de alto nível. Também foi escolhido Tacario Davis, com versatilidade para atuar no safety e cobrir tight ends, buscando reduzir a vulnerabilidade nessa posição.
Cleveland Browns
A linha ofensiva era a principal preocupação, com combinações de OL estremecidas e alta pressão sobre o QB. Em 2025, o Browns usou várias formações e sofreu pressão elevada, agravando a performance ofensiva.
A resposta foi investir pesado: trade para Tytus Howard, assinaturas de Zion Johnson e Elgton Jenkins, além da escolha de Spencer Fano no draft. A meta é estabilizar a linha e abrir espaço para o ataque.
Dallas Cowboys
A defesa ofensiva foi o calcanhar de Aquiles por dois anos, com altos números de pontos e jardas cedidas. O elenco também sofreu perdas de linha defensiva e linebackers.
A resposta incluiu troca por Rashan Gary, contratação de Dee Winters, reforços na secundária e linha defensiva, além de drafts de Caleb Downs e Malachi Lawrence. A mudança de esquema sob Christian Parker é parte da estratégia.
Las Vegas Raiders
O primeiro foco foi o ataque, mas a defesa precisava de melhorias no front seven. Em 2025, a pressão do QB ficou entre as mais baixas, com dificuldades entre linebackers.
A equipe investiu pesado em linebackers: Quay Walker e Nakobe Dean chegaram com contratos expressivos, junto de Kwity Paye. Keyron Crawford também foi adicionado, buscando maior agressividade na proteção do passe e no jogo de defesa.
Tennessee Titans
A confiabilidade dos wide receivers foi a principal fraqueza, prejudicando a parceria com Cam Ward. Em 2025, nenhum WR atingiu 90 alvos, e a linha apresentou desempenho abaixo da média.
Para mudar o quadro, o Titans acertaram Wan’Dale Robinson por quatro anos e 70 milhões, além de draftar Carnell Tate no top 5 do draft. Junto de jovens como Elic Ayomanor e Chimere Dike, o grupo mira salto significativo em 2026.
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