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Calor e desgaste podem impactar desempenho na Copa do Mundo, diz Marquinhos

Marquinhos aponta calor e desgaste da temporada como principais vilões da Copa do Mundo de 2026, destacando início rápido e preparação como chave

Marquinhos ao lado de Carlo Ancelotti
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  • Marquinhos, capitão da seleção brasileira e do Paris Saint‑Germain, aponta calor e desgaste físico como principais adversários da Copa do Mundo de 2026, nos EUA, Canadá e México.
  • O zagueiro relembra a Copa do Mundo de Clubes de 2023, quando o PSG foi vice-campeão, destacando a importância de treinos, preparação e cuidados diante do calor.
  • Um estudo do grupo World Weather Attribution indica que cerca de um quarto das 104 partidas pode ocorrer em condições acima dos limites de segurança, quase o dobro do risco observado na edição de 1994.
  • Marquinhos ressalta que começar os jogos marcando oferece vantagem, pois correr atrás do resultado em calor leva a maior desgaste.
  • O jogador diz não haver fórmula secreta para o sucesso e enfatiza um futebol coletivo, com preparo físico e mental de todos os atletas.

Marquinhos, capitão da seleção brasileira e do Paris Saint-Germain, destacou que o calor e o desgaste físico da temporada devem ser os maiores obstáculos para as seleções na Copa do Mundo de 2026, disputada nos Estados Unidos, Canadá e México. O zagueiro aponta fatores climáticos e de fadiga como principais adversários a serem enfrentados.

Ele compartilhou experiências da Copa do Mundo de Clubes, na qual atuou pelo PSG e ficou em segundo lugar. Segundo o zagueiro, jogos em calor extremo e alta intensidade exigem preparação sólida, treinos adequados e cuidados que podem influenciar o desempenho em campo.

Especialistas indicam que o calor é uma preocupação real para atletas e torcedores. Uma análise do grupo World Weather Attribution aponta que aproximadamente 25% das 104 partidas do torneio ampliado devem ocorrer acima de limites de segurança, índice quase dobro do registrado em 1994, nos EUA.

Marquinhos ressaltou a importância de uma estratégia que favoreça o início de jogo sólido. Segundo ele, quem começa marcando tende a ter vantagem, já que recair sobre a pressão de buscar o placar pode aumentar o desgaste.

Ele também enfatizou que não há uma fórmula única de sucesso no futebol. O time deve valorizar o desempenho coletivo, com atletas bem fisicamente e mentalmente, contando com a participação de todos para enfrentar o calendário exigente.

Sobre a experiência de jogos anteriores, o zagueiro preferiu não comparar gerações, mas disse que vivências anteriores podem instruir quem disputa a Copa pela primeira vez, trazendo motivação e lições para o elenco.

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