- Jordana Araújo, nascida em Osasco, estreia como comentarista na Copa do Mundo pela Ge TV, aos 32 anos.
- Ela iniciou a carreira no jornalismo esportivo em novembro de 2023, atuando em Sportv, Premiere e GE, com coberturas da seleção feminina.
- A Ge TV, lançada em agosto, é o palco da sua estreia na cobertura do evento, e ela destaca a preparação intensa e a expectativa alta.
- Em entrevista, aborda racismo no esporte, a necessidade de educação antirracista e o uso de ferramentas como o Observatório da Discriminação Racial, defendendo mudanças de suporte e hars punição aos agressores.
- Ressalta os desafios de ser mulher negra no jornalismo esportivo, enfatiza o suporte real a denunciantes e compartilha motivações familiares e profissionais para seguir firme, além de orientar outras mulheres a se prepararem e manterem voz.
Jordana Araújo, jornalista esportiva e comentarista da Ge TV, materializa um marco em sua carreira ao estrear como comentarista na cobertura da Copa do Mundo. A estreia ocorreu em 2023, em uma trajetória que soma atuação no Sportv, Premiere e GE, até chegar à Ge TV. A jornalista destaca a paixão pelo esporte desde a infância em Osasco.
Nascida em Osasco, Jordana cresceu em uma família que acompanha esportes e incentivou as quatro irmãs. Ela praticou futebol, handebol, vôlei e futsal na juventude, o que ajudou a moldar sua vocação pelo jornalismo esportivo. Aos 11 anos decidiu seguir a carreira para falar de futebol.
Aos 32 anos, ela encara a Copa do Mundo como um dos maiores marcos da carreira, fruto de 12 anos de dedicação. A preparação envolve estudo intenso e trabalho nos bastidores, com a expectativa de levar energia e informação de qualidade ao público.
Trajetória na TV e papel na cobertura
A Ge TV, lançada em agosto, representa uma etapa importante na trajetória de Jordana e da Globo. Ela ressalta o orgulho de integrar a equipe, com oportunidades de atuar em estúdio, gramado e divulgação entre torcedores.
Antes da Copa, Jordana comenta a atuação de mulheres negras no jornalismo esportivo e as dificuldades enfrentadas. Ela critica a relativização de casos de racismo e defende maior educação antirracista no esporte, citando o Observatório da Discriminação Racial como ferramenta relevante.
A entrevistada também aponta a resistência necessária para mulheres negras na área, destacando a importância de apoio institucional e punição firme a agressores. Ela enfatiza a necessidade de suporte jurídico e redes de proteção para quem sofre discriminação.
Para quem busca seguir carreira, Jordana aconselha dedicação ao estudo e domínio das ferramentas, mantendo a paixão como motor. Ela reforça a importância de manter a identidade e confiar no próprio caminho, independentemente dos obstáculos.
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