- Líderes da seleção defendem testar o time com mais um meio-campista em jogos, não apenas em treinos.
- Ancelotti alterou a equipe para enfrentar o Egito no sábado, em Cleveland, substituindo Luiz Henrique por Paquetá.
- Paquetá pode atuar como meia centralizado; há espaço para ele na direita e para Raphinha por dentro.
- O técnico elogiou Raphinha, dizendo que, em profundidade, ele é um dos melhores do mundo.
- Decisões sobre o X de ataque devem sair dos treinamentos de quinta e sexta-feira, com Paquetá e a dupla Raphinha/Vinicius/Júnior ainda em avaliação.
Os líderes do elenco da seleção brasileira defendem testar o time com mais um meio-campista, e sugerem que esse treino tenha espaço em jogos, não apenas nos treinamentos. A ideia é ampliar as opções no meio de campo.
Carlo Ancelotti já mexeu na escalação que enfrenta o Egito neste sábado, em Cleveland, Ohio. Paquetá deve entrar no lugar de Luiz Henrique, mas a posição ainda pode variar conforme o rendimento da equipe.
O amistoso contra o Egito está programado para o fim de semana, e a definição sobre a formação ocorre apenas nos treinos. A atuação do time envolve alterações táticas para observar combinações diferentes.
Ancelotti comentou que Raphinha é, em profundidade, um dos melhores jogadores da posição. A hipótese é utilizá-lo com mais liberdade, buscando encaixar o atacante pela ponta direita ou por dentro, conforme o resto do time.
Paquetá surgiria como meia central, com espaço para atuar pela direita ou para ocupar o corredor ao redor de Raphinha. Não há sinal de que o técnico tenha decidido manter o quarteto ofensivo como hoje, apenas condições de jogo.
Vinicius Jr. e Raphinha precisam de conforto para executar as funções preferidas. O craque brasileiro pode atuar mais livre, enquanto Raphinha tem mais profundidade. Ainda não há confirmação sobre o ajuste definitivo.
Decisões sobre o tema devem sair apenas nos treinamentos de quinta e sexta-feira, antes do amistoso.
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