- O zagueiro Marquinhos foi escolhido por Carlo Ancelotti para ser capitão da Seleção Brasileira na Copa do Mundo.
- Ele destacou amadurecimento e confiança após a de 2022, afirmando que hoje se sente preparado para esse papel.
- Marquinhos explicou que ser capitão não é apenas ter a braçadeira, envolve liderança e responsabilidade fora das quatro linhas.
- A seleção chega à Copa de 2026 com desconfiança, diferente de 2022, mas o zagueiro vê oportunidades de evolução e aprendizado com a experiência adquirida.
- Ele ressaltou que o futebol é coletivo e que o time precisa estar bem fisicamente e mentalmente para chegar ao desempenho desejado.
Marquinhos foi anunciado capitão da seleção brasileira para a Copa do Mundo e já tem passagem marcada pela imprensa durante a concentração nos Estados Unidos. O zagueiro do Paris Saint-Germain assumirá a braçadeira sob o comando de Carlo Ancelotti, escolhida para o torneio de 2026.
O capitão afirmou, em entrevista, que o desafio exige amadurecimento e responsabilidade. Ele relembrou a derrota de 2022, destacou a importância da liderança fora de campo e ressaltou a evolução adquirida nos últimos quatro anos.
Igor Thiago, outro convocado, também participou da coletiva, reforçando o momento da equipe e o aprendizado adquirido na jornada até o Mundial. A presença de ambos sinaliza foco nos próximos jogos de preparação.
Brasil chega como azarão?
O contexto para 2026 é diferente de 2022, quando o Brasil era favorito. Nesta edição, três técnicos passaram pela seleção, gerando desconfiança entre torcedores e imprensa. Marquinhos, porém, prefere olhar para a experiência adquirida.
O zagueiro diz que não existe fórmula secreta para o sucesso. Ele enfatiza o espírito coletivo e a necessidade de manter o time estável física e mentalmente, independentemente do roteiro inicial da campanha.
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