- Marquinhos, aos 32 anos, será o capitão da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026 e afirma não considerar sua geração, com Neymar e Casemiro, como fracassada em Copas.
- O zagueiro destaca que a experiência de derrotas pode servir de motivação e que jogadores pela primeira participação podem aprender com quem já viveu o peso de eliminações.
- Ele diz que o Brasil chega a 2026 em um momento diferente das edições de 2018 (Rússia) e 2022 (Catar), onde a equipe tinha grandes expectativas e não venceu, enfatizando que o importante é o término da competição.
- Marquinhos aponta que, embora seja líder ao lado de Danilo, Casemiro, Alisson e Vinícius Júnior, os veteranos não devem ser donos da verdade; todos têm responsabilidades e o grupo precisa trabalhar junto.
- O episódio do abraço em Gabriel Magalhães após o pênalti perdido pela defesa do PSG ganhou repercussão: o capitão disse que o apoio ao companheiro foi natural e que Gabriel foi o melhor zagueiro da temporada, reforçando a necessidade de seguir em frente.
Marquinhos, capitão da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026, afirmou que não vê a geração atual como fracassada por Copas. O zagueiro, de 32 anos, é recém-campeão da Liga dos Campeões com o PSG e falou sobre o papel dos veteranos e a aprendizagem com derrotas.
Ele destacou que referências campeãs de outros ciclos usam a dor das eliminações como motivação. Quem participa pela primeira vez pode aprender com essas experiências, segundo o jogador. A ideia é manter o foco no crescimento coletivo.
O defensor ressaltou que o momento do Brasil para 2026 é diferente de 2018 e 2022, quando a equipe era favorita. Não há comparação direta entre Copas; o futebol entrega surpresas e a seleção precisa saber terminar bem a competição.
Marquinhos, que divide liderança com Danilo, Casemiro, Alisson e Vinícius Júnior, defendeu que veteranos não devem impor verdades ao grupo. O zagueiro citou a presença de jovens como Rayan e Endrick na coletiva para reiterar a responsabilidade de todos.
O abraço em Gabriel Magalhães
O abraço de Marquinhos em Gabriel Magalhães, após o pênalti perdido que rendeu o título ao PSG, ganhou destaque nas redes. O capitão lembrou da cobrança falha nas quartas de 2022 e disse que a situação foi uma cicatriz compartilhada pelo time.
Ele ressaltou que reconhece o momento difícil vivido por Gabriel e que não cabe a ele diagnosticar as emoções do companheiro. A visão é manter o foco na recuperação rápida e na força do grupo.
Marquinhos avaliou que Gabriel foi o melhor zagueiro da temporada e que não deveria carregar sozinho o peso do erro. O capitão disse que a temporada dele não fica prejudicada e que o elenco precisará do colega na sequência.
A coletiva ocorreu em meio à agenda da delegação brasileira, com os jovens atletas presentes. O zagueiro lembrou que a reação da imprensa não determina a evolução do time e reforçou a importância de seguir adiante.
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