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Norte-americano com sotaque mineiro guarda dicas para Ancelotti

Norte-americano com sotaque mineiro orienta Carlo Ancelotti sobre o caminho ao hexa, defendendo jogo coletivo e cautela com Neymar

Gabriel recebeu o autógrafo de Galvão Bueno em um Brasil x Costa Rica de 2015, em New Jersey –
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  • Gabriel Deolindo, 25 anos, nascido em Nova Jersey, é norte-americano com mãe brasileira e pai português; serve no Exército dos EUA há seis anos e vestiu a camisa da seleção brasileira à chegada a Basking Ridge, com autógrafo de Galvão Bueno.
  • O torcedor aposta que o Brasil pode chegar ao hexa apenas com jogo coletivo, citando Marrocos e Argentina de 2022 como exemplo.
  • Sobre Neymar, ele acha que não deveria estar entre os titulares por risco de lesão; prefere que comece no banco e entre na segunda metade, valorizando o jogador como referência junto a Marquinhos.
  • Gabriel vai acompanhar a segunda rodada do Grupo C contra o Haiti no dia 19 de junho, no Lincoln Financial Field, em tempos de torcer pela vitória do Brasil.
  • Ele cita trânsito intenso, custos de transporte e a segurança no caminho aos estádios em New Jersey, dizendo que prefere acompanhar treinos de longe por esses motivos.

Gabriel Deolindo, norte-americano nascido em Nova Jersey e com sotaque mineiro, ganhou as manchetes ao acompanhar a delegação brasileira em Basking Ridge. Filho de brasileira e de pai português, ele veste a camisa da seleção pentacampeã e carrega a lembrança de um autógrafo de Galvão Bueno em 2015, durante Brasil x Costa Rica em New Jersey. A visita ocorreu dias após a chegada da equipe ao estado.

O jovem, de 25 anos, aproveitou a passagem para falar sobre o time e dar dicas ao técnico Carlo Ancelotti. Garcia percebe que a seleção pode avançar na Copa do Mundo adotando um jogo coletivo, lembrando exemplos recentes de seleções que chegaram longe com atuação grupal. Segundo ele, o Brasil precisa seguir o modelo de equipes que alcançaram semifinais com união entre os membros.

Opinião sobre Neymar

Gabriel defende prudência com Neymar, ainda lesionado, para evitar novas lesões. O norte-americano, rubro-negro de coração, sugere que o atacante seja mantido no banco e entre na segunda metade das partidas, para preservar a forma e evitar riscos. Ainda assim, ele afirma que Neymar é uma referência importante para o time, ao lado de Marquinhos.

Expectativas para a próxima fase

O militar relembra que acompanhou a campanha de 2002 desde a infância e se mostra confiante na continuidade da trajetória vitoriosa. Ele confirma presença na segunda rodada do Grupo C, contra o Haiti, no Lincoln Financial Field, no dia 19 de junho. Em Nova Jersey, o militar prefere acompanhar treinos e jogos a distância, citando o trânsito pesado e os custos logísticos.

Contexto da cobertura

A reportagem do Jogada10 acompanhou a chegada da delegação brasileira a Basking Ridge e destacou o fascínio criado pela diversidade de origens entre torcedores e jogadores. A Copa continua a aproximar fãs de perfis distintos, reforçando a ideia de que o futebol une culturas.

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