- As receitas comerciais da Série A cresceram 34% entre 2024 e 2025, atingindo R$ 3,069 bilhões.
- O Flamengo foi o clube com maior crescimento, com alta de R$ 97 milhões, chegando a R$ 532 milhões no total, impulsionado pela participação no Mundial de Clubes e títulos no Brasileirão e na Libertadores.
- O Cruzeiro teve o maior aumento anual de faturamento, de R$ 256 milhões, totalizando R$ 332 milhões em 2025 (valor classificado como incomum pelo relatório).
- Os maiores aumentos de receita comercial entre 2024 e 2025 ocorreram também com Internacional, Vasco, São Paulo, Fluminense e Palmeiras, com crescimentos entre R$ 50 milhões e R$ 55 milhões.
- Entre as maiores receitas gerais, o RB Bragantino ficou em segundo lugar com R$ 398 milhões; Corinthians teve queda de R$ 25 milhões e Juventude, Vitória e Sport também registraram reduções ou zeraram na variação.
O relatório Convocados aponta que as receitas comerciais dos clubes da Série A do Brasileirão cresceram 34% entre 2024 e 2025, alcançando 3,069 bilhões de reais. O crescimento reflete organização comercial e a importância do mercado para manter a competitividade.
O Flamengo foi o principal impulsionador do incremento, com alta de 97 milhões de reais na temporada. O clube também detém o maior contrato de patrocínio máster do país, próximo de 270 milhões, e total de receitas de 532 milhões.
Entretanto, o Flamengo não lidera o ranking de maior crescimento. O Cruzeiro registrou o aumento mais expressivo, em 256 milhões de reais, chegando a 332 milhões em 2025. O salto é descrito no relatório como incomum.
Entre os maiores crescimentos, aparecem Internacional e Vasco, com aumento de 55 milhões cada; São Paulo, com +51 milhões; e Fluminense e Palmeiras, com +50 milhões cada. Esses valores representam variações entre 2024 e 2025.
No conjunto de receitas comerciais, o Flamengo fica em primeiro com 532 milhões. O RB Bragantino aparece logo atrás, com 398 milhões, um crescimento de 44 milhões frente ao ano anterior.
O Cruzeiro ocupa a terceira posição, seguido pelo Corinthians, que teve 278 milhões arrecadados. O Timão registrou a maior queda entre os grandes, com redução de 25 milhões em relação a 2024.
O Palmeiras fecha o grupo das cinco maiores receitas comerciais, somando 237 milhões, também compartilhando o peso de ter disputado o Mundial de Clubes. O Juventude, rebaixado, teve queda de 8 milhões, totalizando 19 milhões.
Além disso, Vitória e Atlético Mineiro registraram quedas de 6 e 13 milhões, respectivamente, chegando a 38 e 48 milhões. O Sport ficou zerado na variação anual. Essas curvas ilustram o impacto de desempenho esportivo na arrecadação.
Mercado cresce no Brasil, mas permanece abaixo da Europa. A Premier League lidera com 13,8 bilhões de reais em faturamento comercial, seguida pela Bundesliga (8,71 bi), La Liga (7,09 bi) e Serie A italiana (4,99 bi).
O relatório aponta ainda a participação do setor comercial do futebol brasileiro no mercado publicitário nacional, hoje em 2,94% de um total de 1,02 bilhão de reais. A fatia brasileira é compatível com a média internacional.
A La Liga destaca-se ao responder por cerca de 10% do mercado publicitário espanhol, índice superior aos dos demais campeonatos europeus. Inglaterra, Itália, França ficam entre 4% e 6% de participação.
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