- Zagueiro Eurico, do Santa Cruz, falou sobre a crise financeira e atrasos salariais que afetam o rendimento da equipe, em entrevista à Rádio Jornal Pernambuco.
- Ele destacou que funcionários que dependem dos salários também sofrem com a instabilidade, além dos jogadores enfrentarem desafios pessoais.
- Eurico ressaltou a união do elenco e disse que a diretoria busca alternativas para amenizar os problemas financeiros.
- O Santa Cruz é o 11º colocado na Série C, com 12 pontos, um atrás do Amazonas, que abre o grupo que classifica para o G8.
- O próximo jogo é contra o Brusque, fora de casa, no domingo, às 11h.
Em entrevista à Rádio Jornal Pernambuco, o zagueiro Eurico tratou da crise financeira do Santa Cruz e de como os atrasos salariais impactam o desempenho da equipe. O jogador reconheceu que a irregularidade nos pagamentos atrapalha a rotina dos profissionais.
Ele afirmou que atuar sem receber em dia é difícil para qualquer atleta e que os problemas extracampo se refletem dentro de campo. Eurico disse que a realidade financeira do clube acompanha o elenco nas partidas, mesmo diante do esforço dos atletas.
A preocupação com os funcionários que dependem dos salários foi destacada pelo defensor. Segundo ele, muitos profissionais que trabalham nos bastidores também sofrem com a instabilidade financeira e precisam manter a família.
Mesmo diante da crise, Eurico ressaltou a união do grupo e a cobrança por resultados. Ele assegurou que o elenco continua comprometido com os objetivos da temporada e que a diretoria tem buscado alternativas para aliviar a situação.
Dentro da Série C, o Santa Cruz ocupa a 11ª posição, com 12 pontos. A diferença para o G8, que classifica à próxima fase, é de um ponto, ficando atrás do Amazonas.
O próximo jogo do Santa Cruz será fora de casa contra o Brusque, no domingo, às 11h. A partida ocorre com o time buscando manter a distância da zona de rebaixamento e reforçar o rendimento da equipe.
A diretoria tem reiterado que trabalha para regularizar pagamentos e reduzir impactos nos atletas. A atribuição de responsabilidades permanece sob a gestão do presidente Bruno Rodrigues, sem confirmação de data para normalização dos salários.
O elenco segue com foco no objetivo de avançar na competição, conforme o cronograma divulgado pela Federação. A crise financeira continua a ser tema de cobrança interna e externa, sem indicações de soluções rápidas.
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