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Brasil bate recorde de convocados de diferentes países com Fabinho

Fabinho, de clube da Arábia Saudita, torna o Brasil o recordista de países emissores em Copas, com 16 (ou 17) nações dependendo de Patesko

Fabinho, volante da seleção brasileira
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  • Fabinho é o primeiro convocado da seleção brasileira vindo de clube da Arábia Saudita, tornando o país o 16º a ceder jogadores para Copas do Mundo.
  • A contagem pode chegar a 17 x 16 se Patesko for listado como jogador do Nacional; o histórico aponta que ele era jogador da Confederação Brasileira de Desportos.
  • Fabinho afirmou, em Morristown, que a Arábia Saudita o tornou novamente jogador de primeira linha; Casemiro citou o colega como exemplo de estilo para o retorno de Tite.
  • A participação saudita aumenta a presença de jogadores de fora em Copas, com atletas cedidos por clubes como Al Nassr e Al Hilal para seleções internacionais.
  • A lista histórica de países que enviaram jogadores para a seleção em Copas: 1982 – Itália e Espanha; 1990 – Alemanha, França, Holanda e Portugal; 1994 – Japão; 2006 – Inglaterra; 2010 – Grécia e Turquia; 2014 – Canadá, Rússia e Ucrânia; 2018 – China; 2022 – México; 2026 – Arábia Saudita.

Fabinho é o primeiro jogador de um clube da Arábia Saudita convocado pela seleção brasileira. Com isso, o Brasil se tornou o 16º país a ceder jogadores para Copas do Mundo. A Argentina é citada como o único caso em que há convocados de países distintos em maior número.

A discussão sobre Patesko, em 1934, inspira o debate: se for contado como jogador do Nacional, o Brasil chega a 17 convocações de países diferentes, superando a Argentina, com 16. O dado depende de como se enquadra o vínculo do atleta.

Fabinho afirmou, em Morristown, que a experiência árabe elevou seu nível ao colocá-lo entre os primeiros cortes do time. O volante já foi titular no Liverpool, campeão da Champions de 2019, e, no Al Ittihad, tornou-se opção frequente.

Casemiro citou o início de estilo de jogo semelhante entre Fabinho e ele próprio, ressaltando a importância da adaptação para o retorno à seleção após três anos. O técnico Ancelotti também teria observado esse ressurgimento na equipe.

A participação saudita na Copa aumentou a presença de jogadores em seleções europeias. Portugal, com Cristiano Ronaldo e João Félix (Al Nassr), e Inglaterra, com Toney (Al Ahly), aparecem entre os destinos. O Al Hilal cedeu doze atletas, incluindo Theo Hernández, Koulibaly e Darwin Núñez.

Mesmo com esse crescimento, surgem debates sobre o ritmo de jogo de atletas estrangeiros usados pela seleção. Renato Augusto, em 2018, gerou discussões ao retornar de Beijing; ficou como reserva, mas marcou na fase de grupos.

Panorama por país e anos

1982 – Itália e Espanha

1990 – Alemanha, França, Holanda e Portugal

1994 – Japão

2006 – Inglaterra

2010 – Grécia e Turquia

2014 – Canadá, Rússia e Ucrânia

2018 – China

2022 – México

2026 – Arábia Saudita

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